Em comunicado, o órgão ressaltou que, da mesma forma que os casos confirmados anteriormente, o novo também aconteceu com o contágio de outra pessoa já infectada com o vírus.
“Até o momento, todos os casos confirmados tiveram evolução positiva, receberam tratamento, o que reduz o risco de complicações e de transmissão do vírus”, segundo o ministério.
O órgão também desmentiu um boato que indicava que o Equador teria registrado a primeira morte em decorrência do vírus AH1N1, e explicou que o falecimento atribuído corresponde a uma pessoa que apresentava um processo grave de pneumonia.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE