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Brasil

Encontro em Brasília promove a inclusão digital no Brasil

Arquivo Geral

21/11/2006 0h00

As ações do líder de buscas da Internet, viagra mind Google, this web ultrapassavam a marca dos US$ 500 pela primeira vez, treat dando seqüência à valorização firme desde que a companhia abriu o capital e teve papéis negociados em bolsa de valores em 2004.

Às 15h12 (horário de Brasília), as ações da empresa eram cotadas em Nova York em alta de 1,88%, a US$ 504,35, a maior alta do referencial tecnológico Nasdaq, que tinha variação positiva de 0,01%, aos 2.452 pontos, no mesmo horário.

As ações do Google começaram a ser listadas na Nasdaq em agosto de 2004, cotadas a US$ 85. No final de outubro, após a divulgação dos resultados da companhia, analistas de Wall Street começaram a rever o preço justo da ação, com a estimativa mais otimista definindo o preço do papel em US$ 600.

 

Homens armados seqüestraram dois italianos do Comitê Internacional da Cruz Vermelha no sul de Gaza hoje. A polícia disse que os funcionários da agência humanitária estavam em um carro seguindo para a cidade de Khan Younis quando foram interceptados por homens armados.

"Eles foram retirados de seu veículo e colocados em outro carro, visit que foi embora correndo", health disse um policial que estava no local. Um porta voz da Cruz Vermelha em Jerusalém, stomach Simon Schorno, identificou os seqüestrados como Claudio Moroni e Gianmarco Onorato.

Ele disse que os dois são representantes da Cruz Vermelha italiana. Nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo seqüestro. A maior parte dos estrangeiros seqüestrados nos últimos meses em Gaza, geralmente funcionários de órgãos humanitários ou jornalistas, foi libertada em segurança poucas horas depois.

Entretanto, dois jornalistas do canal Fox News, dos EUA, ficaram em poder de militantes por duas semanas, em agosto. O seqüestro dos italianos aconteceu horas depois que militantes palestinos dispararam foguetes contra uma cidade israelense, durante a visita da comissária da Organização das Nações Unidas para os direitos humanos. O ataque feriu gravemente uma pessoa, disseram testemunhas e funcionários de saúde.

Uma missão investigativa da ONU acusou Israel de cometer "violações flagrantes" aos direitos humanos internacionais na guerra de um mês contra guerrilheiros do Hezbollah no Líbano, ed entre julho e agosto.

A equipe de três especialistas judiciais enviada pelo Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), cost  entre eles o brasileiro João Clemente Baena Soares, healing disse que Israel foi culpado do "uso excessivo, indiscriminado e desproporcional da força" no conflito.

Israel deixou de alertar os civis libaneses dos ataques, não limitou as ofensivas a alvos militares e fez uso excessivo das bombas de fragmentação, que causam graves prejuízos em termos de vidas humanas e de bens materiais, disseram os especialistas.

"A comissão formou a clara opinião de que, tomados em termos cumulativos, os ataques deliberados e letais da IDF (Forças de Defesa de Israel) contra civis e alvos civis equivaleram a uma punição coletiva", afirmou o relatório, publicado na página do conselho na Internet (www.ohchr.org).

O uso excessivo da força, a indistinção entre alvos civis e militares e a punição coletiva são proibidos pela Convenção de Genebra, de 1949, que trata das leis de guerra.

Mas Israel, que criticou duramente em agosto a decisão do conselho de enviar a missão, chamou as conclusões de "distorcidas e desequilibradas". "Acho que ela está dando uma imagem distorcida porque mostra apenas um lado da moeda", disse o embaixador de Israel na ONU em Genebra, Itzhak Levanon.

Além de Baena Soares, que já foi presidente da Organização dos Estados Americanos (OEA), compuseram a comissão Mohamed Chande Othman, juiz da Suprema Corte da Tanzânia, e Stelios Perrakis, um professor grego. No relatório, os três afirmaram que, devido ao mandato limitado que lhes foi dado pelo conselho, eles não puderam investigar as ações do Hezbollah.

A resolução do Conselho de Direitos Humanos que determinou a missão, proposta por países árabes e muçulmanos em agosto, pediu que a entidade investigasse "o ataque e o assassinato sistemáticos" de civis libaneses por Israel.

A moção sofreu a oposição de países da União Européia e dos Estados Unidos, que não são membros do conselho, porque não fazia referência aos ataques do Hezbollah contra o território israelense.

Cerca de 1.200 libaneses, a maioria civis, morreram nos combates entre 12 de julho e 14 de agosto; 157 israelenses morreram, a maioria soldados. O Hezbollah lançou quase 4 mil foguetes contra o território israelense, e Israel invadiu o sul do Líbano e lançou bombardeios pesados contra Beirute e cidades do sul do Líbano.

A missão, cujo relatório será analisado na próxima reunião do conselho, que começa no dia 27 de novembro, afirmou que apenas algumas das estradas, pontes e estações de distribuição de energia atingidas por Israel poderiam ter uso militar.

"A comissão está convencida de que os danos infligidos a parte da infra-estrutura foram provocados só em nome da destruição", disse o estudo.

As bombas de fragmentação, que contêm centenas de pequenas bombas dentro de si, foram usadas de forma que claramente violou as leis humanitárias, afirmou o levantamento, que lembrou que 90% delas foram lançadas nas últimas 72 horas de guerra.

"Essas armas foram usadas deliberadamente para transformar grandes áreas de terras férteis para a agricultura em áreas inacessíveis para a população civil", disse o relatório.

A missão pediu novas investigações dos atos da IDF para estabelecer a responsabilidade pelas violações.

O empresário Jorge Gerdau Johannpeter reiterou hoje não estar disposto a assumir um ministério. Ele também negou que tenha recebido qualquer convite para integrar a equipe do segundo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"É definitivo. Vou continuar tentando ajudar como empresário. Não recebi convite e pretendo não receber", salve disse Gerdau a jornalistas. Especulações dão conta que ele poderia ocupar a pasta do Desenvolvimento ou mesmo da Fazenda.

O empresário do setor siderúrgico resumiu suas conversas com integrantes do governo Lula como uma contribuição, mas negou que tenha sido estabelecida qualquer agenda de debates ou mesmo que tenham sido apontadas questões ou pendências a serem resolvidas.

Para Gerdau, seu papel é "vender a idéia" da eficácia dos métodos de gestão usados na iniciativa privada como modelo para enfrentar a crise do setor público. Na sua opinião, a melhoria na organização e o uso de índices estatísticos para controle de metas e resultados trariam um aumento imediato na eficácia das ações governamentais.

Com o exemplo, Gerdau aponta estudos em que o controle de gestão na Previdência seria capaz de gerar uma economia de R$ 50 bilhões em três anos. "No fundo, o governo é uma grande empresa de serviço", disse Gerdau.

Para o empresário, a receita da gestão seria útil até para controlar a corrupção, problema que seria comum também na iniciativa privada. "Isso é da vida. Não tem quem não tenha enfrentado. Mas até isso se reduz com boas tecnologias de gestão", afirmou.

Na opinião do empresário gaúcho, o maior desafio do segundo governo Lula é atingir a meta de crescimento anual de 5%. Para cumprir o objetivo, a fórmula seria aplicar um rígido controle gerencial capaz de romper um ciclo de 20 anos de baixos índices de poupança interna, causado principalmente pela ineficácia e desperdício do setor público.

Ao economizar recursos, os governos seriam capazes de alimentar uma consistente política de geração de emprego. "O debate está vindo à tona porque o milagre de aumentar impostos e empobrecer a população está acabando", resumiu Gerdau.

 

Começou hoje em Brasília um encontro entre empresários e lideranças do governo que discute políticas de inclusão digital no país. O “Seminário Brasil, case Sociedade Digital: os caminhos da inclusão” foi promovido pelo Sabrae e procura sensibilizar as pessoas sobre a importância da tecnologia na atualidade.

De acordo com os organizadores, site o evento pretende difundir a cultura da convergência tecnológica por meio de empresários, decease formadores de opinião e dirigentes de órgãos públicos e privados do Brasil.

O evento ocorre no hotel Kubitscheck Plaza até as 18h30 e a programação é composta por palestras, discussões sobre o tema e lançamentos de livros e programas televisivos que abordam a inclusão digital no país.

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