Nessa terça-feira (18) o produtor rural e empresário Celso Montoia Nogueira, 49 anos, entrou com uma ação civil pública no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) e fez o protocolo de uma notícia-crime na Polícia Federal (PF) solicitando que os outdoors que dizem que o presidente Jair Bolsonaro “não vale um pequi roído” sejam retirados.
Na ação, o empresário afirma que a Constituição garante a manifestação livre de pensamento mas veda o anonimato. Ele alega que o que foi dito se atrela ao “povo de Palmas e do Estado do Tocantins, como se a opinião versada correspondesse ao pensamento de todos que aqui residem, o que não é uma verdade.”
“O requerente, na condição de cidadão palmense, sente-se ultrajado pela publicação em questão, máxime pelo fato público e notório de que inexiste processo de impeachment em aberto contra o atual Presidente da República”, prossegue. “A expressão popular “não vale um pequi roído” é bastante utilizada pelo povo tocantinense e significa pessoa sem vergonha, que não vale nada, alguém que não presta”, complementa na ação.