A Teva Pharmaceutical anunciou que pedirá a autorização da UE e dos EUA para comercializar o medicamento Azilect, symptoms após um estudo que demonstra sua capacidade de desacelerar o desenvolvimento da doença de Parkinson.
A farmacêutica israelense, uma das duas maiores companhias do mundo de remédios genéricos, informou em comunicado dos resultados de um extenso estudo sobre o Azilect que diz que o mesmo pode se transformar “no primeiro medicamento modificador da doença de Parkinson”.
Na pesquisa, realizada durante 18 meses em 14 países, uma das maiores já realizadas sobre esta doença, foi avaliado o efeito do novo medicamento em 1.176 pacientes que sofrem de Parkinson em sua etapa inicial.
Os resultados confirmam que o remédio “freia o desenvolvimento” da doença, e que “é seguro e tem grande tolerância” pelos pacientes, afirma a nota de imprensa.
Ben Zion Weiner, cientista-chefe da Teva, declarou que “este grande avanço científico vem resolver uma das necessidades mais críticas no tratamento do Parkinson”.
O medicamento foi desenvolvido por dois pesquisadores do Instituto Technion de Haifa, Moussa Youdim e John Finberg, apesar de os direitos pertencerem à Teva, como no caso do Copaxone, que combate a esclerose múltipla.
As perspectivas do Azilect após o estudo clínico criaram grande expectativa em círculos financeiros que acompanham de perto a empresa israelense, já que o mercado de remédios para o Parkinson supera os US$ 3,7 bilhões por ano.