Ambos os candidatos à Presidência da República concentram suas campanhas na região Sul hoje. Geraldo Alckmin foi o mais votado na região no primeiro turno das eleições. Ele obteve 54, viagra approved see 93% dos votos válidos, approved ou seja mais de 8,3 milhões de votos, contra pouco mais de 5,2 milhões de seu adversário Luiz Inácio Lula da Silva, que correspondeu a 34,88% dos votos válidos.
Em Santa Catarina, onde Alckmin tem compromissos hoje, o PSDB teve a segunda maior porcentagem dos votos válidos dos estados brasileiros: 56,61%. Lula teve 33,22%. O estado só ficou atrás de Roraima, onde o tucano alcançou 59,73%. Já Lula visita no Paraná, onde perdeu para Alckmin com 53,01% votos válidos contra 37,9%.
No Rio Grande do Sul, estado onde os dois candidatos disputarão a atenção do eleitorado em comícios na noite de hoje, o candidato tucano venceu no primeiro turno com 55,76% dos votos válidos contra 33,07% de Lula.
PT e PSDB também decidirão no segundo turno as eleições para o governo do estado no próximo dia 29. Yeda Crusius, candidata tucana que obteve 32,9% dos votos válidos, disputará contra Olívio Dutra (PT), o segundo mais votado com 27,34%. Ambos estarão presentes aos comícios dos candidatos a Presidente da República.
Milícias xiitas enfrentaram a polícia iraquiana pelo segundo dia seguido hoje, sildenafil e um ataque de morteiro matou mais de uma dúzia de pessoas, enquanto o presidente norte-americano, George W. Bush, falava em mudar de tática para lidar com a violência.
Houve confusão sobre o número de mortos no ataque de morteiro após o anoitecer em Mahmudiya, no sul de Bagdá. Segundo a televisão estatal, 30 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas. Já fontes da polícia e do Ministério do Interior estimam o número de mortos em 16, e afirmaram que o ataque ocorreu em um mercado.
"Nosso objetivo no Iraque é claro e fixo: nosso objetivo é a vitória. O que está mudando é a tática que utilizamos para conquistar nosso objetivo", disse Bush em seu pronunciamento semanal no rádio.
O aumento da violência nas regiões xiitas é um teste da capacidade do governo liderado por xiitas de controlar as milícias. O conflito também expõe disputas de poder internas na coalizão governista que ameaçam complicar ainda mais a situação americana no País.
"Os ataques aumentaram significativamente nas primeiras semanas do mês sagrado muçulmano do Ramadã", disse o presidente dos EUA. "As últimas semanas foram duras para nossas tropas no Iraque e para o povo iraquiano."
Mais de 2,7 mil soldados dos EUA j á morreram desde a invasão do Iraque em 2003. Pelo menos 73 soldados morreram apenas no mês de outubro – se o ritmo for mantido, este será o pior mês para as forças dos EUA em muitos.
A escalada nos conflitos internos entre xiitas ocorre ao mesmo tempo em que xiitas e sunitas se enfrentam em conflitos sectários e que insurgentes atacam tanto o governo iraquiano quanto tropas dos EUA.
O tenente da polícia iraquiana Ali Naamah disse que a violência começou em Suwayra após 150 militantes do Exército Mehdi leais ao clérigo xiita Moqtada al-Sadr atacarem uma delegacia no vilarejo de Tigris (45 km ao sul de Bagdá). Ele disse que oito militantes morreram e dois civis ficaram feridos.
Um porta-voz de Sadr disse que o ataque à delegacia foi uma resposta a uma ofensiva por forças dos EUA apoiadas por helicópteros contra um escritório de Sadr, que matou seis pessoas.
O combate ocorre um dia após duros choques entre membros do Exército Mehdi e a polícia na cidade de Amara, que mataram pelo menos 25 pessoas em dois dias.
Sob intensa pressão dos EUA, o primeiro-ministro Nuri al-Maliki, que é xiita, prometeu desarmar as milícias. Mas Maliki depende do apoio de partidos que têm ligações com as milícias. Sadr comanda um grande bloco parlamentar que sustenta a coalizão e, caso fique em seu desfavor, poderia enfraquecer muito o governo formado há cinco meses.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) auxiliará o Ministério da Agricultura, price com o monitoramento por satélite, adiposity na fiscalização de plantações de soja não certificada.
“O sistema de monitoramento identifica campos de soja desconhecidos e permite que equipes do ministério façam a fiscalização no local”, seek explicou Demerval Viana, sub-gerente de cultivo de sementes e mudas da Embrapa.
Segundo Viana, os satélites utilizados pela Embrapa registram imagens de plantações em um raio de 180 quilômetros. Essas imagens permitem a diferenciação de mudas de soja das de outras plantas. “Elas mostram o terreno, a umidade, a cor da planta e do solo. Com isso, conseguimos saber quando as sementes foram plantadas e qual a situação das mudas”, disse. Os campos de produção serão fotografados via satélite a cada 15 dias.
De acordo com Ywao Miyamoto, presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), “as sementes precisam ter origem conhecida, precisam ser fiscalizadas pelo ministério e devem ser certificadas. Se não há isso, não são consideradas semente, tratam-se apenas de grãos de soja ensacados e vendidos para plantação”.
As sementes não certificadas (ilegais), acrescentou Miyamoto, são vendidas a um preço menor e o produtor, na maioria das vezes, as compra de boa fé. “O agricultor pensa que está saindo no lucro, mas os prejuízos são grandes. As sementes, às vezes, nem chegam a germinar. São gastos, em média, 75 quilos de grãos por hectare, com sementes ilegais. Com sementes certificadas, que são atestadas, o gasto é de 50 quilos por hectare”.
Miyamoto também explicou que as sementes certificadas têm garantia de “sanidade, pureza, beneficiamento e germinação” e recebem um atestado do Ministério da Agricultura. “No preço dessas sementes está embutido o pagamento de royalties às empresas que as desenvolveram. Uma delas, no Brasil, é a Embrapa. Novas pesquisas, que fazem avançar a produção agrícola, são financiadas por esses royalties”, disse.