Entre os 54 requerimentos aprovados, check cure há pedidos de informação e convocação do tenente Antonio Robson Cordeiro de Carvalho, chefe da equipe de supervisores do Cindacta I. Ele estava trabalhando no dia 29 de setembro de 2006, quando ocorreu o acidente com o Boeing da Gol, que resultou na morte de 154 pessoas.
Os deputados rejeitaram o requerimento que solicitava apoio de técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) na comissão. O relator da CPI, deputado Marco Maia (PT-RS), disse que já requisitou servidores de outros órgãos por meio de ofício, ou seja, sem a necessidade de aprovação de requerimentos.
Ele informou ter pedido apoio técnico da Advocacia-Geral da União (AGU), da Polícia Federal (PF), da Infraero, da Aeronáutica e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Um outro ofício também deverá ser enviado ao TCU, acrescentou Maia. O objetivo é apoio de técnicos. O deputado ressaltou que deverá recomendar que os servidores não tenham participado de auditorias envolvendo o setor aéreo.
“Queremos evitar pessoas com visões pré-determinadas. Queremos pessoas que tenham conhecimento processual e legislativo”.
Entre os requerimentos, os deputados também aprovaram a convocação dos controladores de vôo que operavam as rotas do avião da Gol no dia do acidente. O relator disse que eles poderão ser ouvidos, mas que na próxima semana espera tomar o depoimento do presidente da Gol, Constantino Júnior.
Leia abaixo as convocações aprovadas hoje:
Tenente Brigadeiro Neimar Diegues Barreiro, Secretário de Finanças da Aeronáutica, para prestar esclarecimentos sobre os assuntos pertinentes ao exercício de suas funções relacionados com a execução orçamentária e financeira da Infra-Estrutura de Controle do Tráfego Aéreo
Tenente Antonio Robson Cordeiro de Carvalho, chefe de Equipe de Supervisores do Cindacta I, em exercício no dia 29 de setembro de 2006
Coronel chefe comandante do Cindacta I, em exercício no dia 29 de setembro de 2006, Coronel Aviador Lúcio Ney Rivera da Silva
José Márcio Monsão Mollo – Diretor-Presidente do SNEA – Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias
José Márcio Monsão Mollo – Diretor-Presidente do SNEA – Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias
Graziella Baggio – Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas
Comandante Célio Eugênio De Abreu Junior, do SNEA, especialista em segurança de vôo
Selma Balbino – Presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários
Rui Thomas Aquino – Presidente da ABAG – Associação Brasileira de Aviação Geral
Eduardo Pereira Vaz – Presidente do SNETA – Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo
Alfredo Rodrigues – Presidente da JURCAIB – Junta de Representantes das Companhias Aéreas
Internacionais no Brasil
Vinícius Lanzoni Gomes, analista do ICEA
W.JAMES Mcnerney, Jr Presidente Mundial da Boeing
Cristoph Gilgen, suíço, representante da IFATCA (Federação internacional dos Controladores de
Tráfego Aéreo), para que, sob compromisso, esclareça sobre as causas, consequências e
responsáveis pela crise do setor aéreo brasileiro
Srs. Taieb Chérif e Cirilo Ramos, respectivamente, Secretário Geral e representante brasileiro na OACI (Organização de Aviação Civil Internacional)
Elyseu Filho, Representante da Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci) no Brasil
A comunidade internacional pediu hoje à Organização Mundial de Saúde (OMS) que apresente no prazo de dois anos um plano mundial de ação para reduzir os efeitos negativos do consumo do álcool, side effects que está relacionado com 3, viagra approved 7% das mortes que acontecem a cada ano no mundo.
Os 193 países-membros da OMS adotaram hoje na 60ª Assembléia Mundial de Saúde uma resolução que estabelecem as bases para iniciar a batalha contra um hábito responsável pela morte de 2,3 milhões de pessoas por ano.
O texto ratificado na última jornada da Assembléia pede à OMS que “reforce e intensifique seus trabalhos de elaboração e aplicação mundial e regional de estratégias e planos para definir conceitos, indicadores e métodos de aferimento uniformes, a fim de avaliar as conseqüências adversas do uso nocivo do álcool para a saúde”.
Também pede que dê apoio técnico aos Estados que o solicitarem para reduzir os problemas de saúde pública causados pelo álcool, levando em conta “a gama completa de conseqüências sanitárias, sociais e econômicas” de seu consumo.
O objetivo final é que a Direção Geral da OMS apresente na 62ª Assembléia Mundial da Saúde, que será realizada em maio de 2009, um “projeto de estratégia mundial para a redução dos problemas de saúde pública causados pelo uso nocivo do álcool”, que deverá ser baseado em evidências e nas melhores práticas observadas.
Também vai pedir que colabore com os países e organizações intergovernamentais, assim como com profissionais da saúde, ONGs e outras partes interessadas, a fim de promover a aplicação de políticas e programas eficazes para reduzir o uso nocivo do álcool.
Outro pedido é que a OMS continue com a organização de reuniões consultivas abertas com representantes dos setores industriais, agrícola e comercial para limitar as repercussões de seu consumo nocivo.
Segundo os dados da organização, o álcool é o terceiro maior fator de risco tanto de morte como de incapacidade na Europa, embora entre os jovens já tenha se transformado no primeiro, com 55.000 mortes ao ano de pessoas entre 15 e 29 anos, especialmente devido aos acidentes de trânsito.
No mundo todo, é o quinto fator de morte prematura e de incapacidade e provoca 4,4% da carga mundial de morbidade, já que até 60 doenças são associadas a seu consumo. Além disso, seu consumo esteve relacionado com 6,1% das mortes de homens ocorridas no mundo todo em 2002, uma percentagem que entre as mulheres foi de 1,1%, o que representa uma média para ambos os sexos de 3,7%.
O efeito nocivo do álcool tem uma relação especial com os transtornos neuropsiquiátricos (entre eles o alcoolismo), que chegam a 34,3% das doenças e mortes ligadas ao hábito. Seguem os traumatismos involuntários como os associados aos acidentes de trânsito, queimaduras, afogamentos e quedas (25,5%); os propositais como o suicídio (11%); a cirrose hepática (10,2%), as doenças cardiovasculares (9,8%) e o câncer (9%).
Se forem consideradas apenas as mortes, as três categorias principais correspondem a traumatismos involuntários (25%), doenças cardiovasculares (22%) e câncer (20%). Além disso, o relatório da OMS defende que em muitas doenças, entre elas o câncer de mama, o risco aumenta em função da quantidade de álcool consumido, ao tempo que “a acumulação de indícios sugere uma relação entre o consumo e doenças infecciosas tais como a aids e a tuberculose, embora essa relação ainda precise ser demonstrada e quantificada”.
A OMS calcula que em 2002 o custo conjunto do consumo nocivo de álcool chegou a US$ 665 bilhões.
O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal no Estado de São Paulo (Sindpf-SP), approved Amaury Portugal, more about estima que, information pills a partir das 17 horas, possam ocorrer problemas nos embarques de passageiros no Aeroporto Internacional de Guarulho, em São Paulo. “Vamos continuar com a operação-padrão. A tendência é que os problemas ocorram no período da tarde, principalmente a partir das 17 horas, quando há mais embarques”.
Pela manhã, apesar de a operação-padrão também estar sendo feita, o movimento não foi afetado. De acordo com a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), até às 12 horas, ocorreram 38 embarques e todos transcorreram normalmente. Os passageiros também não tiveram problemas nos desembarques, que chegaram a 52 nesse período.
Até às 11 horas, alguns guichês de companhias aéreas previstos para começar a funcionar a partir das 13 horas permaneciam fechados, porém, outras empresas iniciaram o expediente mais cedo para evitar transtornos de passageiros que tinham vôos marcados a partir do meio da tarde.
Já havia filas nos guichês, mas a Infraero ressaltou que o movimento era normal, pois o check-in deve ser feito com antecedência. Os servidores da Polícia Federal pedem que o governo cumpra o acordo de recomposição salarial feito em 2006 com o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Os policiais federais esperam que o governo pague 30% do acordo prometido para fevereiro deste ano.