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Diretor de engenharia da Renault, Patrick Symonds foi mais um dirigente do time a amenizar a estréia de Nelsinho Piquet na Fórmula 1. Para ele, o resultado ruim do brasileiro em Melbourne se deve ao fato de a equipe não ter conseguido dar a ele condições de treinar no complicado circuito australiano.
“Nelson teve um trabalho difícil e eu tenho que me desculpar: o time queria dar a ele o máximo de quilometragem possível em Melbourne na sexta e no sábado, mas não conseguimos e o carro ainda falhou na corrida”, avaliou Symonds.
“Mas não podemos olhar para trás e sim para frente. Agora vamos para a Malásia onde Nelson já fez um dia de teste no ano passado, então, ele conhece a pista. É uma questão de começar de novo e ver como ele vai”, completou.
Em declarações à revista GPWeek, o diretor defendeu o brasileiro mais uma vez. “A pressão lá e a preparação não foi como a gente gostaria. Há também de se olhar as ciscunstâncias. O fundamental é que ele não conseguiu o que precisava na pista. Não sei se faria diferença dar a Nelson uma terceira volta na classificação, pois tínhamos certeza que ele conseguiria do jeito que as coisas iam. Só que ele foi azarado e pegou uma bandeira amarela no qualificatório. Não dá para prever isso”, justificou.
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“Mas não podemos olhar para trás e sim para frente. Agora vamos para a Malásia onde Nelson já fez um dia de teste no ano passado, então, ele conhece a pista. É uma questão de começar de novo e ver como ele vai”, completou.
Em declarações à revista GPWeek, o diretor defendeu o brasileiro mais uma vez. “A pressão lá e a preparação não foi como a gente gostaria. Há também de se olhar as ciscunstâncias. O fundamental é que ele não conseguiu o que precisava na pista. Não sei se faria diferença dar a Nelson uma terceira volta na classificação, pois tínhamos certeza que ele conseguiria do jeito que as coisas iam. Só que ele foi azarado e pegou uma bandeira amarela no qualificatório. Não dá para prever isso”, justificou.