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Brasil

Descontente, presidente da Renault ameaça tirar a marca da Fórmula 1

Arquivo Geral

27/05/2007 0h00

O quarto lugar conquistado por Giancarlo Fisichella no Grande Prêmio de Mônaco deste domingo foi bastante comemorado por quase todos na Renault, que alcançou seu melhor resultado na temporada.  Quase todos, mas alguém muito importante não ficou muito satisfeito. Presidente mundial da montadora francesa, o brasileiro Carlos Ghosn afirmou que o desempenho da equipe no Mundial deste ano está bem abaixo do planejamento original da Renault na Fórmula 1.


Finalizado o GP de Mônaco, a equipe ocupa a quarta colocação no Mundial de Contrutores, com 16 pontos, atrás de McLaren, Ferrari e BMW/Sauber. No Mundial de Pilotos, Giancarlo Fisichella é o melhor da equipe, na sexta colocação com apenas 13 pontos. Seu colega Heikki Koavalainen somou apenas três.


Ghosn garantiu que seus carros poderão deixar a categoria caso a campanha mediana deste ano comece a se tornar uma constante. “Não vamos permanecer aqui para dizer ‘ei, olhem; eu também estou na Fórmula 1’. Não queremos isso”, afirmou o executivo, nascido em Rondônia.


A equipe venceu os últimos dois títulos de pilotos e construtores, quando tinha o espanhol Fernando Alonso a bordo de seus carros. No ano passado, Alonso também havia vencido em Mônaco com a Renault, repetindo o feito do italiano Jarno Trulli com a escuderia em 2004. Exigente, Ghosn mostrou-se descontente com a comemoração por um resultado apenas regular por parte de seus funcionários.


“Você precisa ser sempre um dos protagonistas do show. É preciso estar sempre entre as duas ou três equipes que conquistam resultados em cada ano. Isto é muito importante”, afirmou o brasileiro de família libanesa, que espera evolução de Fisichella e Kovalainen durante o ano. “Altos e baixos; nós estamos acostumados a eles”, resumiu.

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