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Brasil

Desafio brasileiro será conter desmatamento, destacam governo e WWF

Arquivo Geral

06/04/2007 0h00

Um acidente entre dois trens provocou um vazamento de óleo hoje em Jaceaba, malady for sale interior de Minas Gerais. O óleo vazou dos tanques das locomotivas quando os dois bateram de frente.


 


Parte do diesel que vazou caiu no rio Paraopeba, que deságua no São Francisco. Porém, a empresa MRS Logística, responsável pelos dois trens, já iniciou um trabalho para conter o óleo.


 


Embora o impacto tenha sido violento, os dois maquinistas só sofreram escoriações leves e passam bem.


O presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP) suspendeu a contratação de funcionários comissionados na Casa. A base aliada fez pressão para que Chinaglia tomasse a medida, buy information pills que prejudica partidos da oposição e beneficia partidos menores.


 


A suspensão foi publicada no dia 30 de março sem nenhum anúncio oficial e causou surpresa na oposição porque um dia antes Chinaglia teria autorizado as contratações.


 


Na nova regra, prostate as vagas por partido correspondem ao número de deputados eleitos pelos partidos em outubro. Antes, contava o número de deputados por partido que tomavam posse, o que estimulava a troca de partidos.


Para o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, website like this Cláudio Langone, this o relatório divulgado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) confirma a necessidade das políticas de adaptação e reforça a tese de que as conseqüências do aquecimento global serão trágicas se não forem tomadas providências.

Na avaliação de Langone, a avaliação preliminar que o IPCC traça em relação à Amazônia é “sombria”. “O relatório indica um cenário difícil para boa parte da floresta amazônica, com risco de que ela se torne uma savana. Mantida essa tendência, a Amazônia será um dos pontos do planeta que mais vai sofrer com o aquecimento.”

Para o secretário executivo, o grande desafio brasileiro é conter o desmatamento. “O Brasil é o quarto emissor de gases que provocam o efeito estufa e que causam o aquecimento terrestre. O maior responsável nessa questão é o desmatamento. Os amazonenses, em particular, têm como grande tarefa contribuir para que sejam desenvolvidos modelos de desenvolvimento econômico regionais que permitam que a floresta continue de pé”.

O secretário também destaca a necessidade de o país desenvolver um plano nacional de combate aos efeitos das mudanças climáticas que contribua com o que já vem sendo feito. “Esse é um debate que deve ser aprofundado na medida em que cada país puder aprofundar seus próprios estudos sobre as conseqüências do aquecimento global. Com o Plano Nacional de Combate aos Efeitos do Aquecimento Global, o Brasil certamente fará isso.”

Segundo o supervisor de Conservação da WWF/Brasil, Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, a ameaça de a Amazônia tornar-se uma savana já havia sido apontada por instituições brasileiras. “Existem estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que indicam que 30% a 60% da floresta Amazônica podem se transformar em um Cerrado ou caso o aumento da temperatura do planeta continue seguindo os padrões atuais.”

Scaramuzza diz que é importante entender a real dimensão das conseqüências do aumento da temperatura e da redução das chuvas na Amazônia. “Em certo grau, o aumento da disponibilidade de gás carbônico e de umidade poderia favorecer as florestas, mas nas dimensões do aumento de que estamos falando, essas conseqüências inicialmente favoráveis seriam superadas pelos aspectos negativos como a perda florestal em função do aumento da temperatura e da maior vulnerabilidade a incêndios durante a época das secas”.

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