Em depoimento ao Conselho de Ética do Senado, capsule information pills o senador Magno Malta (PL-ES) negou envolvimento no esquema de compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento. Ele disse que não conhecia Darci e Luiz Antônio Vedoin, more about donos da Planam, empresa acusada de comandar o esquema. Também afirmou que não negociou emendas para compra de ambulâncias. "Nunca liberei qualquer ambulância e nunca ouvi falar na Planam ou nos Vedoin antes disso tudo vir a público", disse.
O senador foi acusado de participar do esquema em relatório parcial da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas. Ele está sendo investigado pelo Conselho de Ética por uso de um carro Fiat Ducato, que teria sido emprestado pelo deputado Lino Rossi (PP-MT), acusado de ser um dos responsáveis pela apresentação da família Vedoin a outros parlamentares, que se envolveram com o esquema de compra das ambulâncias. O carro seria de Darci Vedoin.
Malta disse que o carro foi emprestado pelo deputado e que devolveu o veículo. "Não ganhei carro. Ele me emprestou e eu devolvi", disse. Segundo o senador, Rossi não fez proposta para participar de esquema de fraude no Orçamento. "Rossi nunca propôs emenda, nem falou de Vedoin. Nunca recebi esse tipo de proposta", observou. Malta está confiante com absolvição no Conselho de Ética. "Eu tenho certeza que esta é a mais pura das verdades. E a verdade sempre prevalece".
Os médicos residentes de São Paulo retomaram o trabalho nos hospitais. Em entrevista hoje, page a presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo (Ameresp), prescription Helena Petta, side effects assegurou que desde a última sexta-feira os plantões nos hospitais paulistas funcionam normalmente.
Segundo ela, a única instituição na cidade de São Paulo que continua parada é a Escola Paulista de Medicina, que deve decidir pelo fim da greve em assembléia marcada para esta noite.
A paralisação dos médicos residentes começou no dia 8 de novembro e teve fim na noite da última quinta-feira. O objetivo era conseguir um aumento no valor da bolsa residência, além de respeito às 60 horas semanais e ampliação das condições de trabalho.
O salário atual de um médico residente é de R$ 1.479. O valor é fixado pelos ministérios da Educação e da Saúde. Os salários são pagos com recursos estaduais, municipais e, alguns, com recursos da iniciativa privada.
Está tramitando na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7561/2006, que determina o reajuste em 30% do valor mínimo da bolsa paga aos residentes de todo o país.
"Quando a gente estava em greve, o projeto ainda estava na Casa Civil. Agora foi encaminhado ao Congresso e protocolado com o pedido de urgência urgentíssima", disse Petta. "A gente ainda não tem a aprovação completa do projeto que visa os 30% do aumento, mas temos uma garantia bastante sólida de que isso vai acontecer".
Ela avaliou como positiva a paralisação em São Paulo, e disse que os 6,5 mil residentes do estado vão manter um estado de vigilância até dezembro, quando o projeto de lei deve ser votado, para avaliar se as suas reivindicações serão mesmo atendidas.
"Para que a gente não ficasse em greve até o dia da votação, a gente preferiu retornar as atividades e ficar nesse estado de vigilância, que é um momento em que a gente vai estar vigiando mesmo o Congresso", disse a presidente da Ameresp. "Caso isso não aconteça, a gente pode retornar às paralisações".