O delegado Roberto Cardoso, sales approved responsável pela investigação do assassinato do milionário da Mega-Sena Renné Senna, está cada vez mais convencido de que Adriana Almeida, viúva do milionário, foi a mandante do crime. O delegado vai pedir à Justiça a prorrogação da prisão temporária da acusada.
Durante o depoimento, a viúva se mostrou hesitante em dar mais detalhes sobre o comportamento dos dois ex-seguranças do milionário, o ex-PM Anderson Sousa e Edney Gonçalves Pereira, mas revelou que ambos costumavam portar armas e realizar falsas blitze nas proximidades da Fazenda de Renné, em Lavras, distrito de Rio Bonito, na Baixada Litorânea do Rio. O depoimento agravou a situação deles na investigação de outro crime, o assassinato do PM David Vilhena, em setembro do ano passado. David também era segurança e homem de confiança do milionário.
Adriana também contou que os dois planejavam o seqüestro da filha de Renné. Ao tomar conhecimento dos planos, o milionário despediu Anderson e Edney. David passou a temer por sua vida e chegou a cogitar matar ou mandar matar Sousa, que considerava ser muito perigoso.
O delegado duvida que os dois teriam assassinado o milionário sem algum tipo de recompensa.