Da mesma forma que ocorreu entre as mulheres, a final da Superliga masculina de Vôlei 2006/2007 contará com os mesmos clubes da última edição da disputa. Se no feminino Rexona/Ades e Finasa/Osasco chegaram mais uma vez a um passo da taça, Cimed/Florianápolis e Telemig Celular/Minas de novo fazem a decisão da competição.
O primeiro jogo entre as equipes será realizado nesta quarta-feira, às 19h15, no ginásio Capoeirão, em Florianópolis. Só que desta vez o Minas quer mudar o resultado da série melhor-de-cinco, vencida pelos catarinenses no ano passado. Vice nas duas últimas temporadas, os mineiros estão com grande sede de vitória.
“Todos os atletas estão conscientes do nosso objetivo de sermos campeões”, assegura o técnico Mauro Grasso, que não se importa com o fato de a Cimed ter a vantagem de fazer três dos cinco jogos em Santa Catarina. Muito menos com o fato de o Minas ter perdido por 3 a 0 o duelo entre as equipes pela Superliga realizado em Florianópolis.
“Jogar em casa ou fora já não pesa tanto neste momento. Na primeira fase, quando perdemos para eles em Florianópolis, acho que o time acabou perdendo um pouco o foco, mas agora será diferente”, garante o otimista treinador.
Capitão da Cimed, o levantador Bruninho também não acredita muito na influência do fator “casa”. “São os dois times que mais se destacaram no campeonato. Vai ser um jogo muito difícil e provavelmente a série em si será bem longa. O time que se mantiver mais centrado e conseguir colocar em quadra tudo o que sabe levará vantagem”, analisou.
Para Roberto Minuzzi, capitão do Minas, a equipe de Belo Horizonte também não vai sentir na hora da decisão o peso do vice nos últimos dois anos. “Os times em quadra são outros, nós estamos com outro técnico e poucos atletas que estiveram na última final, enquanto eles também se reforçaram”, opinou.
De fato, o Minas mudou relativamente bastante com relação a 2006, apesar de a base ter sido mantida. Além do técnico Mauro Grasso, que assumiu nesta temporada, chegaram também o são o levantador Rafa, o meio-de-rede Alberto e o ponta Ezinho.
“Vencer qualquer campeonato que disputamos é sempre gratificante, é uma sensação de dever cumprido. Desde as quartas-de-final todos os jogos são decisivos, e acredito que a equipe campeã será a que tiver mais equilíbrio e concentração. A oportunidade de estar em uma final é única, e daremos nosso máximo”, garante Rafa.
A Cimed, por sua vez, conta agora com o oposto argentino Milinkovic, os pontas Renato e Filipe, e o líbero Jeffe. “Mais do que nunca vai ser importante não errar. Vamos tentar manter o foco e jogar o melhor possível. Eles possuem um elenco de muita qualidade, e são donos de um ataque fortíssimo. Não podemos deixar de estar sempre atentos e para isso temos que controlar a ansiedade de estar numa final”, avalia o técnico Renan Dal Zotto.
Essa ansiedade aparece em todos os jogadores, mas talvez quem mais sinta a pressão são aqueles que nunca estiveram em uma final desse porte. É o caso do ponta João Paulo, que pela primeira vez decide uma Superliga. “É até engraçado, porque é a mesma bola, a mesma quadra, o mesmo de sempre, mas não tem como pensar no jogo e não sentir um frio na barriga. Temos que tentar ficar concentrados e colocar em prática o que treinamos”, discursou o jogador.
A entrada para a grande final será gratuita e os portões do Capoeirão abrem às 17 horas. Serão distribuídas camisetas, bolas autografadas, kits de cosméticos e até passagens aéreas com acompanhante para ir torcer pela Cimed no segundo jogo da final que acontecerá no dia 17, em Belo Horizonte.
A Cimed tenta sair na frente na decisão com Bruninho, Milinkovic, Renato, Filipe, Eder, Vini e Jeffe (líbero). O Minas tenta a vitória fora de casa começando o duelo com o seguinte time: Rafinha, Samuel, Ezinho, Roberto Minuzzi, Alberto, Jardel e Serginho (líbero).
O primeiro jogo entre as equipes será realizado nesta quarta-feira, às 19h15, no ginásio Capoeirão, em Florianópolis. Só que desta vez o Minas quer mudar o resultado da série melhor-de-cinco, vencida pelos catarinenses no ano passado. Vice nas duas últimas temporadas, os mineiros estão com grande sede de vitória.
“Todos os atletas estão conscientes do nosso objetivo de sermos campeões”, assegura o técnico Mauro Grasso, que não se importa com o fato de a Cimed ter a vantagem de fazer três dos cinco jogos em Santa Catarina. Muito menos com o fato de o Minas ter perdido por 3 a 0 o duelo entre as equipes pela Superliga realizado em Florianópolis.
“Jogar em casa ou fora já não pesa tanto neste momento. Na primeira fase, quando perdemos para eles em Florianópolis, acho que o time acabou perdendo um pouco o foco, mas agora será diferente”, garante o otimista treinador.
Capitão da Cimed, o levantador Bruninho também não acredita muito na influência do fator “casa”. “São os dois times que mais se destacaram no campeonato. Vai ser um jogo muito difícil e provavelmente a série em si será bem longa. O time que se mantiver mais centrado e conseguir colocar em quadra tudo o que sabe levará vantagem”, analisou.
Para Roberto Minuzzi, capitão do Minas, a equipe de Belo Horizonte também não vai sentir na hora da decisão o peso do vice nos últimos dois anos. “Os times em quadra são outros, nós estamos com outro técnico e poucos atletas que estiveram na última final, enquanto eles também se reforçaram”, opinou.
De fato, o Minas mudou relativamente bastante com relação a 2006, apesar de a base ter sido mantida. Além do técnico Mauro Grasso, que assumiu nesta temporada, chegaram também o são o levantador Rafa, o meio-de-rede Alberto e o ponta Ezinho.
“Vencer qualquer campeonato que disputamos é sempre gratificante, é uma sensação de dever cumprido. Desde as quartas-de-final todos os jogos são decisivos, e acredito que a equipe campeã será a que tiver mais equilíbrio e concentração. A oportunidade de estar em uma final é única, e daremos nosso máximo”, garante Rafa.
A Cimed, por sua vez, conta agora com o oposto argentino Milinkovic, os pontas Renato e Filipe, e o líbero Jeffe. “Mais do que nunca vai ser importante não errar. Vamos tentar manter o foco e jogar o melhor possível. Eles possuem um elenco de muita qualidade, e são donos de um ataque fortíssimo. Não podemos deixar de estar sempre atentos e para isso temos que controlar a ansiedade de estar numa final”, avalia o técnico Renan Dal Zotto.
Essa ansiedade aparece em todos os jogadores, mas talvez quem mais sinta a pressão são aqueles que nunca estiveram em uma final desse porte. É o caso do ponta João Paulo, que pela primeira vez decide uma Superliga. “É até engraçado, porque é a mesma bola, a mesma quadra, o mesmo de sempre, mas não tem como pensar no jogo e não sentir um frio na barriga. Temos que tentar ficar concentrados e colocar em prática o que treinamos”, discursou o jogador.
A entrada para a grande final será gratuita e os portões do Capoeirão abrem às 17 horas. Serão distribuídas camisetas, bolas autografadas, kits de cosméticos e até passagens aéreas com acompanhante para ir torcer pela Cimed no segundo jogo da final que acontecerá no dia 17, em Belo Horizonte.
A Cimed tenta sair na frente na decisão com Bruninho, Milinkovic, Renato, Filipe, Eder, Vini e Jeffe (líbero). O Minas tenta a vitória fora de casa começando o duelo com o seguinte time: Rafinha, Samuel, Ezinho, Roberto Minuzzi, Alberto, Jardel e Serginho (líbero).