“Levo um aprendizado positivo de que vamos ter que trabalhar mais daqui pra frente. Durante meu segundo pit stop, perdemos algum tempo que afetou nossa posição final. Foi falta de sorte, mas acho que mostramos um bom desempenho e começamos muito bem, o que me deixa ansioso para tentar outra boa corrida na Malásia”, finalizou.
Companheiro de Sato, o britânico Anthony Davidson sempre foi conhecido como um piloto bom de treinos, mas com desempenho ruim nas corridas. Desde 2002, ele passou por BAR, Minardi e Honda, com bons treinos no ano passado pela última e sem jamais completar uma prova com as duas primeiras.
“Eu tentei passar por uma das Spyker e fui acertado com bastante força, apesar de eu ter achado que havia espaço suficiente. O carro foi para o ar e caiu com muita força, machucando minhas costas. A pancada ainda me trouxe alguns problemas com o rádio”, lembrou Anthony Davidson, que ainda conseguiu completar a prova na penúltima colocação entre os carros que cruzaram a linha de chegada.
Com tantos problemas alheios a seu carro, o britânico é otimista quanto às possibilidades de mostrar um melhor desempenho na próxima corrida, dia 8 de abril, na Malásia. Para isso, basta que a escuderia nipônica consiga consertar as várias avarias nos próximos dias, o que deve ocupar bastante o tempo dos mecânicos nos testes marcados para o próprio circuito de Sepang, entre os dias 27 e 29.
“Acho que temos que trabalhar em nosso ritmo para a próxima corrida, então precisaremos percorrer maiores distâncias em Sepang para entendermos o que acontece com o nosso balanço. Meu carro sofreu grandes estragos; todo o lado do chassi se foi, o assoalho está quebrado e eu perdi muita pressão aerodinâmica, o que tirou muita de minha velocidade. Foi uma briga, mas eu consegui completar a corrida e vi pela primeira vez a bandeira quadriculada”, comemorou.
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