Embora a rivalidade entre Fernando Alonso e Lewis Hamilton ganhe cada dia mais a atenção da imprensa, o chefe esportivo da Mercedes, montadora parceira da McLaren, Martin Withmarsh, descarta que o assédio esteja prejudicando o rendimento dos pilotos.
Na última corrida, na Hungria, Fernando Alonso bloqueou seu companheiro nos boxes dos treinos oficiais, o que fez com que ele tivesse que largar da sexta posição e a McLaren fosse impedida de somar os pontos que conquistasse nesta prova. Por causa deste mau estar, os rumores de que o espanhol, insatisfeito, estaria pretendendo deixar Woking a partir da próxima temporada ganharam mais força.
Nem mesmo com a Fórmula 1 estando em um recesso os problemas deixaram de aparecer. Na última semana, o jornal espanhol Marca publicou que Alonso teria rejeitado um convite da McLaren para fazer um cruzeiro ao lado dos chefes da equipe e de Lewis Hamilton.
No entanto, a pouco menos de uma semana antes do Grande Prêmio da Turquia, Withmarsh procurou amenizar o clima conturbado que se criou. “Fizemos frente a alguns desafios únicos na Hungria e houve muitas reportagens na imprensa, mas nada isso afetou a preparação e motivação de Fernando e Lewis para a próxima corrida. Estamos muito concentrados”, disse o dirigente.
Além de ter que lidar com a crise entre seus pilotos, a McLaren já deve começar a se preocupar com sua movimentação jurídica. Isto porque o time encarará duas audiências diante da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), no próximo mês de setembro, para decidir duas situações distintas.
No dia 13, será julgado o recurso da Ferrari a respeito do escândalo de espionagem do qual a escuderia de Woking foi absolvida no fim do último mês de julho. Menos de uma semana depois, no dia