O Ministério da Saúde confirmou, nesta quinta-feira (07), o registro do primeiro caso da subvariante da covid-19 XE, que combina duas modalidades da variante ômicron. As informações são da Agência Brasil.
Segundo a pasta, quem identificou o caso do homem de 39 anos foi o Instituto Butantan. O laudo ainda mostra que a provável origem da subvariante é da África do Sul.
De acordo com documento obtido pelo jornal O Globo, a coleta da amostra foi feita em 7 de março e a notificação enviada à Rede Cievs apenas ontem (06).
O paulista tem o esquema vacinal completo e tem apresentado sintomas como coriza, alteração nos sentidos do olfato e paladar, dor de cabeça, febre, tosse e dor de gargante. Atualmente, ele já está curado.
A variante XE é uma combinação de duas cepas diferentes da Ômicron: BA.1 e BA.2. O primeiro caso foi mapeado na cidade de Londres, em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Butantan, a taxa de crescimento da XE é 10% superior à da cepa BA.2.
Contudo, o Instituto informa que ainda não há evidências suficientes acerca de mudanças, vantagens e desvantagens da circulação a nova variante em aspectos como gravidade, transmissão e eficácia de vacinas já existentes.