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Brasil

Corpo de estudante morta em acidente de rafting é reconhecido pela mãe

Arquivo Geral

30/01/2007 0h00

Adriana Almeida, check visit web viúva de Renné Senna, foi presa nesta terça-feira em um hotel em Camboinhas, Niterói (RJ). Ela é suspeita de envolvimento no assassinato de seu ex-marido, 25 anos mais velho e ganhador de R$ 52 milhões na Mega-Sena em 2005.

O casal morava em uma fazenda em Rio Bonito (RJ) onde moraram nos últimos seis meses. Renné Senna foi assassinado no dia 7 de janeiro com cinco tiros em um bar. O delegado Ademir Oliveira, que investiga o caso, descobriu dois supostos amantes de Adriana.

Na noite de sábado, o motorista de transporte alternativo Robson de Andrade Oliveira, 25 anos, diz ter tido um caso com Adriana por seis meses em 2004 e confessou que eles reataram em setembro passado.

O segundo envolvimento seria com um policial militar que é o segurança da fazenda onde o casal morava. Em depoimento, o policial teria negado o envolvimento com Adriana.

O advogado de Adriana, Alexandre Dumans, contesta a acusação e diz que sua cliente não tinha nenhum motivo para matar Renné, uma vez que ele já tinha dado 50% do patrimônio para ela.

O reconhecimento do corpo da estudante de direito Michele Guimarães Rocha, purchase 26 anos, cheap desaparecida desde o dia 27 deste mês, side effects foi feito por sua mãe na manhã desta terça-feira no Instituto Médico Legal de Caxias do Sul (RS).

O corpo da moça foi resgatado na segunda-feira, dois dias após o acidente ocorrido enquanto praticava rafting no rio das Antas. O incidente aconteceu quando a estudante descia o rio em um bote, acompanhada de um instrutor e outras seis pessoas.

O bote inflável bateu em uma pedra e virou, a 1,5km da ponte de ferro que liga Nova Roma do Sul a Farroupilha. Michele não foi vista pelos outros participantes depois que a embarcação tombou. Segundo o Corpo de Bombeiros, algumas pessoas disseram que viram o capacete se soltar da cabeça da garota.

A profundidade do rio das Antas no local do acidente é de três a quatro metros. As pedras fazem uma espécie de corredor e tornam a velocidade das águas maior no trecho. O Corpo de Bombeiros alega que é muito difícil determinar responsáveis, sobretudo porque toda equipe utilizava os equipamentos de segurança necessários. Não há registros de acidente no local desde 1997.

As empresas responsáveis pela prática de rafting divulgaram uma nota no dia 28, afirmando que o acidente foi um "fato isolado e sem precedentes nesse tipo de esporte na região". O enterro de Michele será em Rio Grande (RS).

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