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Corpo de corretora morta por síndico é liberado pelo IML

Corpo de Daiane foi liberado nesta terça-feira (3) pela Polícia Técnico Científica em Goiânia e familiares vão transportá-lo para Uberlândia (MG), onde será o velório, ainda sem data confirmada

Redação Jornal de Brasília

04/02/2026 9h00

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Foto: Reprodução

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS)

O corpo da corretora Daiane Alves Souza, 43 foi liberado pelo IML (Instituto Médico Legal) após passar por perícia, segundo o advogado da família da vítima.

O QUE ACONTECEU

Corpo de Daiane foi liberado nesta terça-feira (3) pela Polícia Técnico Científica em Goiânia e familiares vão transportá-lo para Uberlândia (MG), onde será o velório, ainda sem data confirmada. As informações foram repassadas à reportagem por Plínio César Mendonça, advogado que representa familiares da vítima.

Projétil de arma de fogo teria sido encontrado alojado no crânio de Daiane, segundo informações preliminares. O advogado da família afirmou, porém, que aguarda a liberação dos laudos periciais para poder confirmar as averiguações.

Exame de DNA possibilitou a identificação do corpo da corretora, acrescentou Mendonça. Segundo ele, a checagem foi feita a partir do cruzamento entre o material genético da mãe de Daiane com os da filha.

Confirmação de que corpo encontrado em região de mata de Caldas Novas é o de Daiane foi feita nesta terça-feira (3) pela Polícia Científica de Gooás. Em nota, a corporação confirmou que os restos mortais da corretora serão levados para Caldas Novas e entregues aos familiares. A vítima ficou desaparecida por cerca de 40 dias, entre 17 de dezembro e 28 de janeiro, quando as autoridades localizaram seu corpo em uma zona de mata do município goiano.

Defesa de Cleber Rosa de Oliveira, suspeito de matar a corretora, alegou que síndico colabora com as investigações. À reportagem, o advogado afirmou que só se manifestará sobre o caso após a conclusão do inquérito.

SÍNDICO PRESO

Cleber e o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, foram presos dentro de casa, em janeiro, suspeitos de matar Daiane. Após a prisão, na manhã seguinte, o síndico confessou o crime e disse à polícia que havia escondido o corpo da mulher em uma zona de mata às margens de uma estrada em Caldas Novas.

Segundo a polícia, o crime foi cometido no subsolo do prédio onde Daiane e o síndico viviam. Cleber afirmou que houve um “atrito” com a corretora no momento em que ela foi religar a energia de seu apartamento. Os dois já tinham um histórico de conflitos. O corpo da vítima tinha uma bala alojada na cabeça, mas ninguém do edifício relatou ter ouvido disparos de arma de fogo.

O corpo de Daiane foi encontrado em uma área de mata às margens de uma estrada em Caldas Novas, de acordo com a polícia. Cleber foi levado ao local para indicar onde teria abandonado o corpo.

Daiane teria sido morta no dia do seu desaparecimento, segundo a investigação. O síndico teria colocado o corpo na caçamba de um carro e o abandonado no local. O filho dele foi preso por suspeita de obstrução de provas —no dia do crime, ele teria comprado um celular e registrado o aparelho em nome do pai.

Defesa de Maicon afirmou que ele não possui qualquer envolvimento, direto ou indireto, com o crime em questão. Os defensores sustentaram que a autoria do crime já foi confessada exclusivamente por seu pai.

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