Representante paulista e segundo brasileiro na recém-criada Fórmula Superliga de automobilismo, o Corinthians fez a apresentação simbólica de seu carro nesta sexta-feira. O monoposto foi apresentado no Memorial do Clube com a presença de ex-corinthianos ilustres como Biro Biro, Wladimir, Basílio e outros, mas ainda aguarda a definição de seu titular nas provas.
Apesar de o clube manter mistério sobre o assunto, Bruno Senna é um dos nomes cotados para pilotar o carro nas seis etapas da temporada de estréia. “O Corinthians tem opção de participar na escolha e estamos discutindo o assunto”, explica o presidente Andrés Sanchez, que coloca os brasileiros como preferência.
Lembrando da paixão que Ayrton Senna tinha pelo time, ele admite a possibilidade de que seu sobrinho seja o escolhido. “Quem nós queríamos não pode mais porque está no céu, mas pode ser um Senna”, responde ao ser questionado sobre as opções.
Segundo Sanchez, as negociações para contar com o sobrinho do tricampeão mundial de Fórmula 1 estão em andamento, mas um problema de calendário precisa ser resolvido. “O problema é de datas”, completa.
Mas segundo a assessoria de imprensa do piloto, a situação já está definida e Bruno não irá correr com o carro do Timão. “Ele foi sondado há algum tempo e ficou contente com o convite. O problema é que o calendário da GP2 é muito extenso e ele não poderia conciliar os dois, e por isso declinou o convite”.
Atualmente, Bruno participa de sua segunda temporada na Fórmula GP2, categoria de acesso da F-1. No ano passado, ele terminou em oitavo lugar e no momento é o segundo colocado no torneio. Em 2006, terminou na terceira colocação na Fórmula 3 inglesa e dois anos antes pilotou a Lotus que pertenceu a seu tio na apresentação do GP do Brasil de F1. Bruno também correu na Fórmula BMW Inglesa.
A GP2 disputa suas etapas antes das provas da F-1, na fase européia da competição. Além disso, seu calendário inclui alguns eventos especiais como os treinos e corridas que estão sendo realizados na Ásia.
A etapa de abertura da Fórmula Superliga será disputada dia 30 de agosto, no Circuito de Donington Park, na Inglaterra. As corridas seguintes serão nos finais de semana dos dias 20 de setembro, em Nürburgring (Alemanha), quatro de outubro, em Zolder (Bélgica), 18 de outubro, na Itália, primeiro de novembro, em Estoril (Portugal) e 22 de novembro, na Espanha. As etapas italiana e espanhola ainda não têm local definido para acontecer.
Responsável pelo comando da escuderia Corinthians, Antonio Ferrari chegou falando bem ao estilo que torcida de futebol gosta. “Posso garantir que o clube está em boas mãos e vamos trazer algo muito bom para São Paulo no final desta temporada”, diz, aumentando a promessa logo em seguida. “Eu prometo que vamos ter o Corinthians campeão”.
Sanchez também não deixa por menos. “Vamos fazer um papel muito bonito. Não importa se é campeonato de bolinha de gude, como em tudo temos de entrar para ganhar”.
O Corinthians é a décima equipe a apresentar seu carro para a competição. Em abril de 2007, o Milan puxou a fila seguido pelo Dortmund, PSV, Olympiacos, Flamengo, Anderlecht, Basel, Porto e Sevilla. Nas próximas semanas, é esperada a apresentação do carro do Galatasaray. Inicialmente, estes serão os clubes participantes do torneio no primeiro ano, mas de acordo com o gerente de patrocínio Gustavo Wolf há negociações com outras equipes, que podem se unir ao projeto em um futuro próximo.
O discurso otimista, porém, é dosado por uma perspectiva de retorno financeiro praticamente nulo, ou até negativo, na temporada de estréia. “As previsões iniciais são negativas, não esperamos ganhar no primeiro ano”, reconhece o diretor de marketing Jose Ramon Oller. “Mas a resposta de apoio tem sido incrivelmente positiva e teremos lucro em um tempo menor até que o esperado”, acredita.
Para o primeiro ano de disputas da Superliga, a disponibilidade de recursos é de 40 milhões de euros, garantem os organizadores, que projetam uma capacidade de ganhos de US$ 350 milhões na quinta temporada.
Teoricamente, nada disso afeta os clubes de futebol. Pelo acordo feito com a organização, eles não entram com nenhum tostão no projeto, cedendo apenas o peso de seus nomes e escudos para a iniciativa. E ainda têm a chance de faturar algum dinheiro no final.
Cada agremiação receberá uma porcentagem dos lucros com bilheteria e patrocínios. E pelos cálculos iniciais, esta cifra começaria na casa de R$ 2 milhões e cem mil de ganhos com patrocínio.
Mas para Sanchez, a grande vantagem de participar do projeto não é financeira, mas de proporcionar ainda mais visibilidade ao clube no exterior. Até aqui, o Timão já provou ter muito cartaz, mesmo quando o assunto sai do campo.
Para explicar os motivos que levaram à escolha do Alvinegro como representante paulista na competição. Oller recorreu a dados de acesso à página do torneio. “Nosso site já teve 500 mil acessos desde a criação. No dia do anúncio do Corinthians houve 50 mil. Nenhum time teve tanto acesso antes”.
Apesar de o clube manter mistério sobre o assunto, Bruno Senna é um dos nomes cotados para pilotar o carro nas seis etapas da temporada de estréia. “O Corinthians tem opção de participar na escolha e estamos discutindo o assunto”, explica o presidente Andrés Sanchez, que coloca os brasileiros como preferência.
Lembrando da paixão que Ayrton Senna tinha pelo time, ele admite a possibilidade de que seu sobrinho seja o escolhido. “Quem nós queríamos não pode mais porque está no céu, mas pode ser um Senna”, responde ao ser questionado sobre as opções.
Segundo Sanchez, as negociações para contar com o sobrinho do tricampeão mundial de Fórmula 1 estão em andamento, mas um problema de calendário precisa ser resolvido. “O problema é de datas”, completa.
Mas segundo a assessoria de imprensa do piloto, a situação já está definida e Bruno não irá correr com o carro do Timão. “Ele foi sondado há algum tempo e ficou contente com o convite. O problema é que o calendário da GP2 é muito extenso e ele não poderia conciliar os dois, e por isso declinou o convite”.
Atualmente, Bruno participa de sua segunda temporada na Fórmula GP2, categoria de acesso da F-1. No ano passado, ele terminou em oitavo lugar e no momento é o segundo colocado no torneio. Em 2006, terminou na terceira colocação na Fórmula 3 inglesa e dois anos antes pilotou a Lotus que pertenceu a seu tio na apresentação do GP do Brasil de F1. Bruno também correu na Fórmula BMW Inglesa.
A GP2 disputa suas etapas antes das provas da F-1, na fase européia da competição. Além disso, seu calendário inclui alguns eventos especiais como os treinos e corridas que estão sendo realizados na Ásia.
A etapa de abertura da Fórmula Superliga será disputada dia 30 de agosto, no Circuito de Donington Park, na Inglaterra. As corridas seguintes serão nos finais de semana dos dias 20 de setembro, em Nürburgring (Alemanha), quatro de outubro, em Zolder (Bélgica), 18 de outubro, na Itália, primeiro de novembro, em Estoril (Portugal) e 22 de novembro, na Espanha. As etapas italiana e espanhola ainda não têm local definido para acontecer.
Responsável pelo comando da escuderia Corinthians, Antonio Ferrari chegou falando bem ao estilo que torcida de futebol gosta. “Posso garantir que o clube está em boas mãos e vamos trazer algo muito bom para São Paulo no final desta temporada”, diz, aumentando a promessa logo em seguida. “Eu prometo que vamos ter o Corinthians campeão”.
Sanchez também não deixa por menos. “Vamos fazer um papel muito bonito. Não importa se é campeonato de bolinha de gude, como em tudo temos de entrar para ganhar”.
O Corinthians é a décima equipe a apresentar seu carro para a competição. Em abril de 2007, o Milan puxou a fila seguido pelo Dortmund, PSV, Olympiacos, Flamengo, Anderlecht, Basel, Porto e Sevilla. Nas próximas semanas, é esperada a apresentação do carro do Galatasaray. Inicialmente, estes serão os clubes participantes do torneio no primeiro ano, mas de acordo com o gerente de patrocínio Gustavo Wolf há negociações com outras equipes, que podem se unir ao projeto em um futuro próximo.
O discurso otimista, porém, é dosado por uma perspectiva de retorno financeiro praticamente nulo, ou até negativo, na temporada de estréia. “As previsões iniciais são negativas, não esperamos ganhar no primeiro ano”, reconhece o diretor de marketing Jose Ramon Oller. “Mas a resposta de apoio tem sido incrivelmente positiva e teremos lucro em um tempo menor até que o esperado”, acredita.
Para o primeiro ano de disputas da Superliga, a disponibilidade de recursos é de 40 milhões de euros, garantem os organizadores, que projetam uma capacidade de ganhos de US$ 350 milhões na quinta temporada.
Teoricamente, nada disso afeta os clubes de futebol. Pelo acordo feito com a organização, eles não entram com nenhum tostão no projeto, cedendo apenas o peso de seus nomes e escudos para a iniciativa. E ainda têm a chance de faturar algum dinheiro no final.
Cada agremiação receberá uma porcentagem dos lucros com bilheteria e patrocínios. E pelos cálculos iniciais, esta cifra começaria na casa de R$ 2 milhões e cem mil de ganhos com patrocínio.
Mas para Sanchez, a grande vantagem de participar do projeto não é financeira, mas de proporcionar ainda mais visibilidade ao clube no exterior. Até aqui, o Timão já provou ter muito cartaz, mesmo quando o assunto sai do campo.
Para explicar os motivos que levaram à escolha do Alvinegro como representante paulista na competição. Oller recorreu a dados de acesso à página do torneio. “Nosso site já teve 500 mil acessos desde a criação. No dia do anúncio do Corinthians houve 50 mil. Nenhum time teve tanto acesso antes”.