< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >Convidadas por José Roberto Guimarães a participar dos treinamentos da seleção brasileira feminina de Vôlei para a temporada 2007, as opostos Joycinha e Regiane querem aproveitar a oportunidade, se aperfeiçoar e, no futuro, voltar a Saquarema como integrantes do time que defenderá a camisa amarela em competições internacionais.
“Com a seleção adulta, esse é o meu segundo ano aqui em Saquarema. Sou jovem e o meu projeto é a longo prazo, mas procuro aproveitar ao máximo para desenvolver o meu voleibol, tanto na preparação física quanto no treinamento com bola”, afirma Joycinha. Na temporada passada, ela disputou a Montreux Volley Masters, na Suíça, e o Torneio de Courmayeur, na Itália. E também foi relacionada para a Copa Pan-Americana, em Porto Rico.
Nas seleções de base, onde conquistou a medalha de prata no Mundial infanto-juvenil em 2001 e a de ouro no juvenil dois anos depois, ela foi treinada por Wadson Lima, que teve papel decisivo na sua carreira e a tirou da posição de meio-de-rede.
“Eu passei a fazer a função de oposto ainda nas seleções de base. O técnico Wadson Lima disse que eu era lenta para atuar no meio, mas tinha boa impulsão. Atacando bolas altas, ele acreditou que eu teria sucesso. E deu certo, tanto que conquistamos o título mundial em 2003”, relembra.
Campeã mundial juvenil em 2005, Regiane aproveita agora a sua primeira chance de treinar com a seleção adulta após ter sido fundamental na conquista do bicampeonato do Rexona/Ades na última Superliga. Nesta competição, anotou 234 pontos em 25 jogos e também foi eficiente no saque.
“É o meu momento de crescer. Esse convite para treinar com a seleção brasileira adulta está sendo fundamental para a minha carreira. O grupo tem muita qualidade e é fácil de trabalhar. O entrosamento com as jogadoras foi rápido”, explica.
Os olhos da jovem atacante Regiane brilham, ao comentar a experiência de treinar com a seleção de José Roberto Guimarães. “Desse grupo atual, eu só havia atuado ao lado das minhas companheiras do Rexona (Renatinha, Fabi, Sassá, Thaisa e Fabiana). Mas já conheço bem as demais, já que enfrentei diversas vezes por clubes. Está sendo incrível para mim”, assegura.
Por pouco, Regiane não desistiu do vôlei. “Quando meu pai (Marcos da Silva) faleceu de câncer no estômago, eu tinha 14 anos de idade e treinava na Associação Atlética Guarulhos. Na época, quase abandonei o vôlei, pois sentia saudade do meu pai nos treinamentos. Graças ao apoio e à dedicação da minha mãe (Maria Lúcia), que fez papel de pai e mãe ao mesmo tempo, pude dar a volta por cima”, afirma.
Joycinha, por sua vez, garante que ela e Joycinha são tratadas como se fosse participar dos campeonatos da temporada com a seleção. “Nosso grupo é unido. Sempre admirei bastante a Paula Pequeno e a Sheilla, nos aspectos profissional e pessoal. Com a convivência na seleção, de ídolos passam a ser também companheiras de trabalho. Elas me orientam bastante”, garante.
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