“No aspecto técnico, a França é uma das equipes mais fortes do mundo. Eles têm uma capacidade de concentração enorme”, disse o técnico Bernardinho. “Defendem e cobrem como poucos, têm um volume de jogo único. Possuem alguns jogadores de potencia, mas a característica é de defesa e de volume de jogo”, complementou.
Dentro de quadra, os franceses fazem por merecer tal fama. No último Mundial, em 2002, a equipe européia faturou a medalha de bronze. Nesta temporada, foi finalista da Liga Mundial e chegou a estar vencendo o Brasil por 2 sets a 0, mas acabou levando a virada verde e amarela.
Desta forma, o jogo diante da França é visto pelos brasileiros como o principal confronto desta primeira fase. Até por isso, os jogadores asseguram que o time entrará em quadra a partir das 7h deste domingo (horário de Brasília) com a consciência de que terá que variar muito seu jogo para obter a vitória.
“Além do saque e do bloqueio, que precisam funcionar contra qualquer equipe hoje em dia, temos de estar muito bem na parte técnica contra a França. Precisamos ter ainda mais volume de jogo do que eles”, explicou o meio-de-rede Gustavo.
Em relação ao time que perdeu a Liga Mundial para o Brasil, a França tem duas mudanças significativas. O técnico Philippe Blain perdeu o oposto Ruette – maior pontuador das finais da Liga –, que sofreu um problema de circulação sangüínea na mão direita. Já o meio-de-rede Montmeat fraturou o pulso esquerdo em três locais diferentes.
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