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Brasil

Consumo de energia elétrica na indústria mantém sinais de recuperação

Arquivo Geral

27/04/2009 0h00

Os dados de março do consumo nacional de energia elétrica divulgados hoje (27) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), thumb mostram que a demanda do mercado brasileiro mantém os sinais de recuperação do consumo iniciada em fevereiro.

De acordo com o relatório, viagra o consumo total de energia elétrica no mês passado teve um crescimento de 5,2% em relação a fevereiro e atingiu 32.302 gigawatts/hora (GWh). Na comparação com o mesmo mês de 2008, no entanto, houve decréscimo de 0,4%. Foi, porém, a menor retração verificada desde dezembro de 2008, mês em que o consumo total começou a cair.


Segundo a EPE, em março, o consumo de energia elétrica na indústria, apesar de ter sido 10,5% inferior ao do mesmo mês de 2008, superou o de fevereiro em 6,2%.


“Esta taxa de crescimento do consumo de energia elétrica da indústria verificada em março é praticamente o dobro da taxa média que tem sido verificada nos últimos anos”, informou.

Segundo a empresa, responsável pelo planejamento energético do país, o segmento do consumo livre industrial, que desde outubro de 2008 vinha apresentando mês a mês valores decrescentes no consumo de energia elétrica, reverteu sua trajetória e passou a crescer, indicando aumento de 7,9% na comparação março/fevereiro de 2009.

Já as classes residencial e comercial apresentaram, em março, crescimentos superiores a 10% no Sudeste, influenciando os resultados nacionais: aumento de 10,3% no consumo residencial e de 8,6% no comercial.


A Empresa de Pesquisa Energética, no entanto, ressalta o fato de que “apesar destes valores estarem influenciados por alterações no calendário de leitura de algumas empresas da região, as altas taxas continuam sustentadas pelo acréscimo do nível de renda e o fortalecimento do mercado interno verificados nos últimos anos”.

O consumo residencial, apresentou crescimentos expressivos em vários estados do país: 7% em São Paulo, 22% no Rio de Janeiro, 16% em Minas Gerais e 18% no Espírito Santo. Também o consumo comercial, segundo o relatório, apresentou comportamento semelhante ao do residencial, com taxas entre 7,8% (MG) e 14,1% (RJ).

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