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A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) apresentou nesta quarta-feira o técnico que tentará classificar a seleção masculina aos Jogos Olímpicos de Pequim. Nascido na Espanha, José Manuel ‘Moncho’ Monsalve Fernández, de 63 anos, chegou ao país com o mesmo discurso apresentado anteriormente: tentará fazer com que o time verde e amarelo adquira espírito de equipe.
Moncho Monsalve chega para substituir Lula Ferreira, que não continuou no cargo após a equipe nacional decepcionar no Pré-olímpico das Américas ao cair nas semifinais diante da Argentina. Além da derrota na última fase de classificação para as Olimpíadas, a campanha brasileira ficou marcada pelo racha entre jogadores e comissão técnica.
Mesmo sabendo dos problemas que enfrentará, inclusive o jejum do basquete masculino brasileiro de 12 anos sem disputar uma edição dos Jogos, o espanhol acredita que pode acertar de vez a seleção que terá em mãos. Desde que encontre respostas a algumas perguntas que o atormentam.
“Os jogadores têm muito talento individual, mas não conseguem usar esse potencial para o grupo. Com tanto talento, o que acontece?”, questiona-se Moncho. “Percebi também que a seleção brasileira vai bem enquanto está ganhando. Assim que perde a primeira, os jogadores caem de produção. Temos que trabalhar bem esses dois aspectos”, comentou.
Moncho, que só elaborará a sua primeira lista como treinador da seleção brasileira em 13 de maio, terá sua primeira missão um pouco antes desta data. Ele pretende enviar um memorando aos principais atletas brasileiros pregando respeito, confiança e generosidade. E comenta que o sucesso da Espanha, atual campeã mundial, só aconteceu com essa receita.
“Lá, todos os jogadores são amigos fora de quadra e estão há muito tempo juntos. Eles mesmos se cobram, e inclusive jogadores como o (Pau) Gasol e o (Jorge) Garbajosa já entraram em quadra machucados para atuar e nem por isso se importaram”, reforçou o treinador, que sintetizou o seu próprio humor: “Na Espanha, dizem que sou um pouco louco, mas amigo dos jogadores. Sou direto e um pouco bravo”.
Embora tenha sido apresentado nesta quarta-feira, Moncho ficará no Brasil apenas até o feriado da Páscoa. No dia 22 de março, sábado, ele regressará à Espanha para continuar o tratamento de recuperação da cirurgia que realizou recentemente, por causa de uma hérnia.
Enquanto não volta ao Velho Continente, ele deverá assistir a três partidas do Campeonato Nacional masculino de basquete e se encontrar com o ministro dos Esportes, Orlando Silva.
Moncho Monsalve chega para substituir Lula Ferreira, que não continuou no cargo após a equipe nacional decepcionar no Pré-olímpico das Américas ao cair nas semifinais diante da Argentina. Além da derrota na última fase de classificação para as Olimpíadas, a campanha brasileira ficou marcada pelo racha entre jogadores e comissão técnica.
Mesmo sabendo dos problemas que enfrentará, inclusive o jejum do basquete masculino brasileiro de 12 anos sem disputar uma edição dos Jogos, o espanhol acredita que pode acertar de vez a seleção que terá em mãos. Desde que encontre respostas a algumas perguntas que o atormentam.
“Os jogadores têm muito talento individual, mas não conseguem usar esse potencial para o grupo. Com tanto talento, o que acontece?”, questiona-se Moncho. “Percebi também que a seleção brasileira vai bem enquanto está ganhando. Assim que perde a primeira, os jogadores caem de produção. Temos que trabalhar bem esses dois aspectos”, comentou.
Moncho, que só elaborará a sua primeira lista como treinador da seleção brasileira em 13 de maio, terá sua primeira missão um pouco antes desta data. Ele pretende enviar um memorando aos principais atletas brasileiros pregando respeito, confiança e generosidade. E comenta que o sucesso da Espanha, atual campeã mundial, só aconteceu com essa receita.
“Lá, todos os jogadores são amigos fora de quadra e estão há muito tempo juntos. Eles mesmos se cobram, e inclusive jogadores como o (Pau) Gasol e o (Jorge) Garbajosa já entraram em quadra machucados para atuar e nem por isso se importaram”, reforçou o treinador, que sintetizou o seu próprio humor: “Na Espanha, dizem que sou um pouco louco, mas amigo dos jogadores. Sou direto e um pouco bravo”.
Embora tenha sido apresentado nesta quarta-feira, Moncho ficará no Brasil apenas até o feriado da Páscoa. No dia 22 de março, sábado, ele regressará à Espanha para continuar o tratamento de recuperação da cirurgia que realizou recentemente, por causa de uma hérnia.
Enquanto não volta ao Velho Continente, ele deverá assistir a três partidas do Campeonato Nacional masculino de basquete e se encontrar com o ministro dos Esportes, Orlando Silva.