O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (31) que o estado, remedy pela primeira vez, rx está entrando onde apenas os bandidos entravam, viagra dosage ao assinar ordem de serviço para o início das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Lula citou como exemplo as Favelas da Rocinha, de Manguinhos e do Pavão-Pavãozinho, onde já foram assinados termos para início de obras do PAC na cidade. “O que nós queremos é melhorar a rua, tentar a acabar com a favela nesse país, construindo casa descente para as pessoas morarem. Queremos levar para os locais mais pobres hospital, escola”, afirmou o presidente.
Lula citou a dificuldade para que os recursos anunciados sejam convertidos logo em obras por causa de entraves burocráticos. “Esse dinheiro existe, tem a decisão política de fazer, então não há nenhuma razão para que essas obras não aconteçam”, disse.
O presidente Lula voltou a criticar a oposição, afirmando que eles gostariam que ele e o governador do Rio, Sérgio Cabral, não estivessem na cerimônia lançando obras, mas sim quietos em seus gabinetes. “Sei que tem algumas pessoas que são nossos opositores, que não gostam que eu esteja aqui. Enquanto a oposição grita e xinga, a gente trabalha, enquanto eles gritam e xingam, nós trabalhamos e vamos ver quem é que produz mais resultados para o povo brasileiro. E eu acho que nós vamos produzir mais resultados”.
O presidente apresentou o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, como o pai do PAC no estado e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, como mãe nacional do programa. Na cerimônia também foram assinados termos de doação de telecentros a municípios do estado.