“Todos querem saber a quantas anda nossa fábrica e quantos funcionários nós teremos. Só posso dizer que estamos tratando deste assunto com muita calma”, disse o ex-chefão da BAR, que negocia uma parceria com uma grande escuderia, que poderia lhe fornecer motores, por exemplo.
“Se a nossa estratégia der certo, como acredito que dará, teremos um acordo com uma equipe de ponta. Assim, acredito que nosso projeto só começará a ganhar forma de verdade no final de 2007”, adianta.
Richards explica que alguns dos contratados da equipe já irão assumir suas funções no decorrer do ano, embora se trate de um grupo pequeno. “Minha experiência anterior em gerenciar organizações me ensinou que muitas vezes pode ser precipitado construir coisas e contratar funcionários muito rapidamente”, garante ele, que reconhece que a estratégia é incomum. “Nos primeiros anos, nossa política será muito branda. Não precisaremos de recursos astronômicos.”
Ainda sem sequer sondar pilotos, o dirigente garante que não haverá grandes investimentos iniciais. Comparando a Prodrive a uma empresa comum, Richards admite que o objetivo inicial na Fórmula 1 é não ter prejuízo.
“Quando os engenheiros administram equipes, querem todo tipo de peças e tecnologias que apareçam, independente de serem usadas apenas 30 dias por ano. Eles não entendem o objetivo. Penso em uma perspectiva de negócio. Vou administrar um negócio, por isso ele terá que ser bem-sucedido e lucrativo”, garante.
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