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Brasil

Com Érika, Iziane e remanescentes de 1994, Brasil busca medalha

Arquivo Geral

22/09/2010 10h31

Com as presenças de Érika, Iziane e algumas remanescentes do título de 1994, o espanhol Carlos Colinas comanda a seleção brasileira em busca de uma medalha no Mundial da República Tcheca. O time nacional inicia sua campanha no torneio às 10h15 (de Brasília) desta quinta-feira, diante da Coreia do Sul, na cidade de Brno.

 

Afastada da seleção brasileira desde que se recusou a entrar em quadra no Pré-Olímpico de Madri-2008 e discutiu com o técnico Paulo Bassul, a ala Iziane é a principal novidade. Sem seu desafeto, substituído por Colinas, a atleta aceitou retornar ao time nacional. Ela chega acompanhada pela pivô Érika, que também passou um longo período afastada da equipe.

 

“É emocionante estar de volta, rever minhas amigas. Foram três anos afastada por lesão e já estava com saudade de vestir a camisa do Brasil. Depois de jogar em vários lugares, estar aqui é um privilégio muito grande. Poder falar português, rir, brincar com as meninas, é muito bom”, afirmou a atleta.

 

Juntas, Érika e Iziane defenderam o Atlanta Dream na WNBA até o último dia 16 e viajaram direto dos Estados Unidos para encontrar a deleção. Apesar do pouco tempo de preparação com o restante do elenco, a pivô acredita na possibilidade de subir ao pódio. “Estou aqui para somar. Quero ajudar o Brasil a ficar entre as três melhores do mundo e vou lutar por isso”, afirmou a atleta.

 

Sob o comando de Paulo Bassul, o Brasil superou apenas a seleção de Mali nos Jogos de Pequim-2008 e fez sua pior campanha olímpica. Mantido, o técnico conquistou a Copa América de Cuiabá-2009, torneio que garantiu a equipe no Mundial. Responsável por coordenar o basquete feminino no País, Hortência contratou o espanhol Carlos Colinas, que prevê um primeiro jogo complicado.

 

“A estreia numa competição de alto nível sempre é complexa. O momento é muito esperado e, por isso, é normal o nervosismo e ansiedade. A Coreia tem um estilo de jogo incômodo, difícil de marcar”, afirmou o treinador sobre o confronto com a seleção asiática na primeira rodada do Mundial da República Tcheca.

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