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A segunda-feira será de decisão na Superliga masculina de Vôlei. A partir das 18h30 (horário de Brasília), Cimed/Florianópolis e Santander/São Bernardo estarão em quadra no ginásio Capoeirão, na capital catarinense, para decidir o título do terceiro torneio da fase classificatória da competição.
Os donos da casa são favoritos, já que não perdem há 11 jogos e são líderes da classificação geral. Os paulistas, por sua vez, são os sextos colocados na disputa, mas possuem o segundo melhor ataque da Superliga e o terceiro melhor levantamento.
“Sabemos que o São Bernardo é um grande adversário, mas a Cimed está em um bom momento. Já nos enfrentamos duas vezes, e ambos resultados não refletem a realidade das partidas. Jogamos mal em São Paulo e perdemos por três a zero. Em casa, tivemos uma boa atuação, e vencemos pelo mesmo placar”, lembrou o técnico da Cimed, Marcos Pacheco.
O treinador da equipe catarinense, que no primeiro torneio perdeu a final para o Telemig Celular/Minas, acredita que a torcida poderá ser um fator importante no duelo desta segunda-feira. “Acredito que o time visitante sente uma pressão no nosso ginásio, que não é tão grande. Vamos buscar esta vitória e espero que os torcedores compareçam para incentivar o time”, ressaltou.
Em Florianópolis desde a manhã deste domingo, o São Bernardo também acredita que a final será diferente dos dois confrontos anteriores. “Será um jogo equilibrado. A Cimed está muito bem, mas nossa equipe também está vivendo seu melhor momento na competição. Crescemos ao longo do campeonato, e é muito importante estarmos nesta decisão para pontuarmos mais na classificação geral e subir de posição”, comentou o técnico Rubinho.
Ele aposta na boa fase vivida pela equipe nos últimos jogos. “Temos vários jogadores em bom momento e o importante é que quem esteja em quadra renda o máximo. Senão, podemos fazer trocas, pois todos estão em condições de encarar essa final”, garantiu o treinador, que conhece bem vários adversários por trabalharem juntos na seleção brasileira, no qual exerce a função de auxiliar técnico de Bernardinho
“Tenho que saber segurar os momentos bons e ruins que a nossa equipe vai atravessar no jogo, sempre controlando a emoção, que tem que ser dosada nas duas situações. Preciso passar equilíbrio aos meus atletas”, concluiu Rubinho.
< !-- /hotwords -- >Os donos da casa são favoritos, já que não perdem há 11 jogos e são líderes da classificação geral. Os paulistas, por sua vez, são os sextos colocados na disputa, mas possuem o segundo melhor ataque da Superliga e o terceiro melhor levantamento.
“Sabemos que o São Bernardo é um grande adversário, mas a Cimed está em um bom momento. Já nos enfrentamos duas vezes, e ambos resultados não refletem a realidade das partidas. Jogamos mal em São Paulo e perdemos por três a zero. Em casa, tivemos uma boa atuação, e vencemos pelo mesmo placar”, lembrou o técnico da Cimed, Marcos Pacheco.
O treinador da equipe catarinense, que no primeiro torneio perdeu a final para o Telemig Celular/Minas, acredita que a torcida poderá ser um fator importante no duelo desta segunda-feira. “Acredito que o time visitante sente uma pressão no nosso ginásio, que não é tão grande. Vamos buscar esta vitória e espero que os torcedores compareçam para incentivar o time”, ressaltou.
Em Florianópolis desde a manhã deste domingo, o São Bernardo também acredita que a final será diferente dos dois confrontos anteriores. “Será um jogo equilibrado. A Cimed está muito bem, mas nossa equipe também está vivendo seu melhor momento na competição. Crescemos ao longo do campeonato, e é muito importante estarmos nesta decisão para pontuarmos mais na classificação geral e subir de posição”, comentou o técnico Rubinho.
Ele aposta na boa fase vivida pela equipe nos últimos jogos. “Temos vários jogadores em bom momento e o importante é que quem esteja em quadra renda o máximo. Senão, podemos fazer trocas, pois todos estão em condições de encarar essa final”, garantiu o treinador, que conhece bem vários adversários por trabalharem juntos na seleção brasileira, no qual exerce a função de auxiliar técnico de Bernardinho
“Tenho que saber segurar os momentos bons e ruins que a nossa equipe vai atravessar no jogo, sempre controlando a emoção, que tem que ser dosada nas duas situações. Preciso passar equilíbrio aos meus atletas”, concluiu Rubinho.