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Brasil

Cientistas decodificarão DNA de bebê mamute, mas descartam sua clonagem

Arquivo Geral

17/02/2008 0h00

Cientistas russos revelaram hoje a possibilidade de decodificar o DNA do corpo de um filhote de mamute encontrado na Rússia em maio de 2007, treatment mas descartaram a possibilidade de clonar o animal pré-histórico.

“Para poder realizar a clonagem é preciso ter pelo menos uma célula viva, visit this o que infelizmente não é o caso deste filhote”, declarou o diretor adjunto do Instituto Zoológico de São Petersburgo à agência “Interfax”.

O cientista mostrou-se otimista quanto as perspectivas de decodificar o DNA do animal, que carrega sua informação genética.

Em dezembro do ano passado, o fóssil foi enviado a Tóquio, onde foi submetido a uma série de pesquisas, e retornou há poucos dias à Rússia.

O estudioso também comentou que os especialistas japoneses, que em algumas ocasiões anteriores demonstraram intenção de clonar um mamute, fizeram uma tomografia do filhote, uma fêmea, e criaram seu modelo tridimensional.

O fóssil do filhote de mamute foi encontrado em maio do ano passado por um pastor de renas na região siberiana de Yamal, próximo à desembocadura do rio Yuribei no mar de Kara.

A criatura, batizada com o nome de Liuba (em homenagem à mulher do pastor), passou vários meses em uma câmara congeladora especial em um museu localizado no centro administrativo de Yamal.

Segundo os cientistas, Liuba morreu há mais de 10 mil anos e tinha 12 meses, media 1,30m de altura e pesava cerca de 50 quilos.

“Calculamos que o mamute permanecerá em nosso instituto até abril”, disse o cientista, antecipando que “por enquanto é impossível expor o filhote”.

Levando em conta que o bebê mamute causa enorme interesse, o estudioso planeja convocar no início de março uma entrevista coletiva para a apresentação do animal.

Liuba, o segundo filhote de mamute encontrado em Yamal, tem especial importância para os especialistas devido ao fato de que foi descoberto em excelente estado de conservação e tem intactos os olhos e a trompa.

Segundo o cientista, nas pesquisas que serão realizadas com o bebê mamute no Instituto Zoológico também participarão especialistas de vários países europeus, além de americanos e japoneses.

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    13/02/2008 0h00

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    Para poder realizar a clonagem é preciso ter pelo menos uma célula viva, cialis 40mg o que infelizmente não é o caso deste filhote, healing declarou o diretor adjunto do Instituto Zoológico de São Petersburgo à agência Interfax.

    O cientista mostrou-se otimista quanto as perspectivas de decodificar o DNA do animal, que carrega sua informação genética.

    Em dezembro do ano passado, o fóssil foi enviado a Tóquio, onde foi submetido a uma série de pesquisas, e retornou há poucos dias à Rússia.

    O estudioso também comentou que os especialistas japoneses, que em algumas ocasiões anteriores demonstraram intenção de clonar um mamute, fizeram uma tomografia do filhote, uma fêmea, e criaram seu modelo tridimensional.

    O fóssil do filhote de mamute foi encontrado em maio do ano passado por um pastor de renas na região siberiana de Yamal, próximo à desembocadura do rio Yuribei no mar de Kara.

    A criatura, batizada com o nome de Liuba (em homenagem à mulher do pastor), passou vários meses em uma câmara congeladora especial em um museu localizado no centro administrativo de Yamal.

    Segundo os cientistas, Liuba morreu há mais de 10 mil anos e tinha 12 meses, media 1,30m de altura e pesava cerca de 50 quilos.

    Calculamos que o mamute permanecerá em nosso instituto até abril, disse o cientista, antecipando que por enquanto é impossível expor o filhote.

    Levando em conta que o bebê mamute causa enorme interesse, o estudioso planeja convocar no início de março uma entrevista coletiva para a apresentação do animal.

    Liuba, o segundo filhote de mamute encontrado em Yamal, tem especial importância para os especialistas devido ao fato de que foi descoberto em excelente estado de conservação e tem intactos os olhos e a trompa.

    Segundo o cientista, nas pesquisas que serão realizadas com o bebê mamute no Instituto Zoológico também participarão especialistas de vários países europeus, além de americanos e japoneses.

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