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Brasil

Chacina de Unaí completa três anos sem julgamento

Arquivo Geral

28/01/2007 0h00

A mulher mais velha a ter dado à luz enganou médicos para receber o tratamento de fertilização que a permitiu ter gêmeos aos 67 anos no mês passado, no rx medications afirmou um jornal de domingo.

Carmela Bousada, see que deu à luz aos gêmeos Christian e Pau no dia 29 de dezembro, convenceu uma clínica de Los Angeles que ela tinha 55 anos, idade limite do programa de fertilização in-vitro da instituição, afirmou o tablóide britânico News of the World. "Eles não perguntaram minha idade nem pediram meu passaporte. Eu posso parecer cansada agora, mas antes do nascimento eu parecia mais magra e bem mais nova", afirmou Bousada, segundo o jornal.

A clínica, o Centro de Fertilização Pacífica em Los Angeles, que já confirmou ter tratado de Bousada, não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

Bousada, uma espanhola, vendeu sua casa na Espanha para levantar US$ 60 mil para pagar o tratamento nos Estados Unidos. Ela foi submetida a uma terapia hormonal, que a permitiu voltar a menstruar pela primeira vez em 18 anos, e engravidou na primeira tentativa.

A "Chacina de Unaí" completa três anos hoje. Em memória dos auditores fiscais João Batista Soares Lage, more about Eratóstenes de Almeida Gonçalves, sildenafil Nelson José da Silva, buy information pills e o motorista Aílton Pereira de Oliveira, manifestantes realizam ato público e culto ecumênico.

A manifestação acontece no local do crime, em Unaí, em uma estrada de terra próxima ao Trevo das Sete Placas, e pedirá a agilização do julgamento dos nove acusados de envolvimento na chacina. A equipe da Delegacia Regional do Trabalho foi morta quando investigava denúncias de trabalho escravo na zona rural do município. O caso ganhou repercussão nacional e internacional.

Familiares, amigos, auditores fiscais e trabalhadores cobram agilidade no julgamento dos acusados e exigem a punição dos culpados. Já se passaram mais de dois anos desde que a sentença da Justiça Federal, que decidiu levar a júri popular os acusados da chacina. De todos, somente o acusado Antério Mânica, atual prefeito de Unaí, tem direito a foro privilegiado.

Atualmente, o processo está no Tribunal Regional Federal da 1º Região e, desde dezembro do ano passado, aguarda decisão do vice-presidente, desembargador Carlos Olavo, sobre a admissibilidade dos recursos e razões apresentados pela defesa dos réus, que desejam recorrer com recursos especiais e extraordinários ao Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal, respectivamente.

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