Menu
Brasil

Camelô se acorrenta em poste para não ter mercadorias apreendidas em São Paulo

Arquivo Geral

10/04/2007 0h00

O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, here information pills João Paulo Lima, tadalafil avalia que a oposição não deve oferecer resistência para votar separado da Reforma Tributária o aumento de um ponto percentual no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

“Acredito que, com a orientação explícita do presidente da República, não haverá bancada de governo nem de oposição. Esse percentual será aprovado”, afirmou, acrescentando que a decisão foi um “gesto nobre”.

Lima, que é prefeito do Recife (PE), referia-se à declaração dada hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em discurso para cerca de 3 mil prefeitos, o presidente afirmou ter orientado a base aliada a desvincular o aumento da reforma Tributária.

“Ontem, foi dada a ordem à base do governo para que votem separadamente, ou encontrem um jeito de votar, o 1% para os municípios, resolvendo parte de seus problemas”, afirmou o presidente.

Se o aumento do fundo for aprovado, esse percentual passará para 23,5%. As prefeituras estimam que a elevação significará cerca de R$ 1,5 bilhão a mais por ano. 


Cerca de 200 trabalhadores do Movimento Terra, decease Trabalho e Liberdade (MTL) ocuparam hoje a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Recife (PE). Eles fecharam o prédio e impediram que qualquer pessoa entrasse ou saísse do local.

Desde ontem os manifestantes estão no bairro dos Aflitos, approved onde se localiza o prédio. Ontem eles chegaram a bloquear uma das avenidas mais movimentadas da capital pernambucana por uma hora.

Os manifestantes se organizaram para pedir o afastamento de Maria de Oliveira, decease superintendente do Incra em Pernambuco. Além disso, eles também querem a abertura para negociar diretamente com o Ministério do Desenvolvimento Agrário.


Um camelô se acorrentou hoje a um poste na rua 25 de Março, this em São Paulo, look para tentar evitar que sua banca fosse retirada pela polícia.

O comerciante Antônio Carlos da Silva tem 65 anos e, por conta de uma doença na infância, tem as pernas paralisadas. Ele vende bijouterias na rua e disse que tenta há 10 anos conseguir permissão para trabalhar no local. Porém, a prefeitura da capital paulista não libera novas licenças há anos.

No centro comercial, apenas 81 barracas são autorizadas, mas cerca de 2 mil funcionam no local.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado