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Brasil

Brasileiras exaltam grupo e ignoram títulos individuais

Arquivo Geral

18/11/2006 0h00

Mesmo perdendo apenas um jogo e de uma forma bastante disputada as jogadoras brasileiras não foram lembradas na eleição das melhores do Mundial da Federação Internacional de Vôlei (FIVB). Isso, porém, não incomoda nem um pouco as atletas.

“A gente não fazia questão de premiações individuais. Somos um grupo, damos força uma para outra. Ninguém nem pensa nisso e não faz diferença para ninguém”, garantiu a meio-de-rede Fabiana, que ao lado de Walewska, executou belas jogadas de velocidade durante a competição. “Todo mundo jogou bem. Cada uma fez um pouco dentro da quadra”, completou.

Substituta de Mari ao longo da competição, Sassá acredita que esta é uma das fórmulas para o sucesso do vôlei feminino brasileiro. “O grupo é bem homogêneo, todo mundo se destaca durante a partida. Isso prova que estamos determinadas e que o trabalho está sendo bem executado”, explicou.

Para a experiente Fofão, esta sempre foi uma característica das seleções nacionais. “O Brasil não joga com uma jogadora. Em muitas equipes é fácil saber quem vai decidir a final, mas a gente só funciona no conjunto porque não temos uma jogadora que vá conseguir atacar 32, 40 bolas em uma partida. Isso aqui é quase impossível”, acredita.

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