“A gente não fazia questão de premiações individuais. Somos um grupo, damos força uma para outra. Ninguém nem pensa nisso e não faz diferença para ninguém”, garantiu a meio-de-rede Fabiana, que ao lado de Walewska, executou belas jogadas de velocidade durante a competição. “Todo mundo jogou bem. Cada uma fez um pouco dentro da quadra”, completou.
Substituta de Mari ao longo da competição, Sassá acredita que esta é uma das fórmulas para o sucesso do vôlei feminino brasileiro. “O grupo é bem homogêneo, todo mundo se destaca durante a partida. Isso prova que estamos determinadas e que o trabalho está sendo bem executado”, explicou.
Para a experiente Fofão, esta sempre foi uma característica das seleções nacionais. “O Brasil não joga com uma jogadora. Em muitas equipes é fácil saber quem vai decidir a final, mas a gente só funciona no conjunto porque não temos uma jogadora que vá conseguir atacar 32, 40 bolas em uma partida. Isso aqui é quase impossível”, acredita.