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Brasil

Brasil x Cuba: rivalidade em quadra

Arquivo Geral

08/09/2006 0h00

As previsões se confirmaram e o Brasil enfrenta mesmo Cuba na semifinal de amanhã do Grand Prix de vôlei feminino. E o técnico José Roberto Guimarães já admite que terá pedreira pela frente, mesmo tendo vencido o único confronto entre elas na competição por 3 sets a 1. Para manter a invencibilidade e seguir rumo ao hexacampeonato, ele sabe quais os perigos para o duelo.

“O maior problema para Cuba é que a Barros quebrou o pé e isso faz com que o time sofra no meio. Mas elas têm três jogadoras muito boas: Ruiz, Calderon e Ortiz. Além disso, as levantadoras têm muita garra. A Carillo é uma meio excepcional, tem um saque potente e um ataque da mesma qualidade”, analisou.

A preocupação das brasileiras é não entrar na tradicional provocação das cubanas. “Não podemos entrar na pilha delas. Temos de imprimir o nosso ritmo e não deixar que elas joguem do jeito que querem. Elas são novas e erram muito, mas não podemos deixar que cresçam na partida”, alertou a ponteira Valeskinha.

A líbero Arlene sabe que as cubanas enfrentam o Brasil com vontade redobrada. “Contra a gente, elas entram matando. Mas nossa vontade não é menor que a delas. Se elas estiverem a 100 km/h, estaremos a 200 km/h. Não podemos dar moral”, garantiu a jogadora.

Brasil e Cuba se enfrentam neste sábado às 9h30, no ginásio Palacalafiore, em Reggio Calabria, na Itália. Na outra semifinal, as donas da casa encaram a Rússia, às 12h30. Às 6h30, Japão e China disputam o quinto lugar.

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