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Brasil

Brasil treina duas horas antes de embarcar para o Japão

Arquivo Geral

08/11/2006 0h00

Após uma rápida passagem por Paris, a seleção brasileira de vôlei masculino desembarca nesta quinta-feira em Osaka, no Japão, onde inicia o período de aclimatação para a disputa do Campeonato Mundial da modalidade, que começa no próximo dia 17.

Exigente como sempre, porém, Bernardinho não deu folga para os atletas nesta quarta. Pelo contrário: de manhã, duas horas antes de sair para o aeroporto, os jogadores fizeram um treino físico.

“Fizemos treinos curtos, porém proveitosos. Os jogadores estiveram muito focados. Ainda temos de ajustar o entrosamento antes da estréia contra Cuba (no dia 17, em Fukuoka). O saque da equipe tem melhorado, mas também precisa evoluir mais. Outra preocupação constante nossa é o sistema defensivo”, analisa o treinador.

Bernardinho fez questão de lembrar das pessoas que receberam a seleção nas últimas semanas. “Quero fazer um agradecimento ao Paris Volley e ao seu técnico (o brasileiro Maurício Motta Paes), que nos receberam aqui na França, e ao Exército, na pessoa do comandante Rui, que cedeu o ginásio na Urca (Rio de Janeiro) na semana passada”, afirma.

Aniversário
Desde 1998 sem passar um aniversário em casa, o levantador Marcelinho terá que se conformar com mais um ano fora. Nesta quinta-feira, ele completa 32 anos, mais uma vez ao lado dos amigos e companheiros de trabalho.

Apesar disso, ele não reclama. “Não paro muito em casa, mas esta é a profissão que escolhi. No ano passado estava na Grécia (onde defende o Panathinaikos). O pessoal do time fez um bolo e cantou parabéns. Mas agora não há nada previsto. A última vez que passei o aniversário na seleção também foi no Japão, na Copa do Mundo de 1999”, recorda Marcelinho, o segundo mais velho da seleção, com cinco meses e 19 dias a menos de vida do que o oposto Anderson.

Assim como outros jogadores, o levantador carioca acredita que este Mundial será o mais difícil dos últimos anos. Para ele, a parte física será fundamental. “Há muitas equipes que cresceram em relação aos outros Mundiais, como França, Polônia e Estados Unidos. Só Sérvia e Montenegro está menos forte. Neste Mundial precisamos dar ênfase maior à parte física, aumentar nossa vantagem nesse quesito. Nossa preparação física é muito superior à de qualquer outra equipe. Treinamos mais e de maneira melhor. Além disso, os jogadores se empenham bastante”, explica.

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