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Brasil registra terceiro maior índice de assassinatos de jovens no mundo

Arquivo Geral

16/11/2006 0h00

O governo estadual manterá o número de vagas existentes para os médicos residentes no estado e convocará todos os aprovados no próximo concurso para ocuparem as vagas oferecidas, seek visit this site caso o aumento de 30% no valor da bolsa paga aos residentes seja aprovado. A promessa foi feita pelo governador paulitas Cláudio Lembo após reunião com representantes da Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo (Ameresp). "Estamos tranqüilos, pharmacy dizendo a eles que da nossa parte está tudo absolutamente regula", afirmou Lembo.

Apesar das garantias do governo estadual, a presidente da Ameresp, Helena Lemos Petta, não confirmou o final da greve em São Paulo. Segundo ela, os médicos residentes que estão paralisados em todo o país devem reunir-se hoje a partir das 18 horas para tomar uma posição sobre a continuidade da greve. Os médicos residentes aguardam agora a votação do projeto de lei encaminhado ao Congresso, que determina o aumento de 30% no valor das bolsas. "Nós sabemos que o projeto foi protocolado em caráter de urgência urgentíssima em Brasília. Agora estamos aguardando esse posicionamento de Brasília".

De acordo com ela, o objetivo da reunião com o governador foi atingido. Petta explicou que a uma das maiores preocupações dos médicos residentes com relação ao estado de São Paulo era a de que, com a aprovação do aumento de 30% em Brasília, não houvesse o repasse sem corte de vagas. "Agradecemos imensamente ao governador por ter recebido o movimento e ter garantido que não haverá corte de vagas. Isso para nós era muito importante, porque sabemos que é a população quem vai acabar sofrendo se isso acontecer".

Os médicos residentes de São Paulo entraram em greve no último dia 8 para acompanhar a paralisação nacional iniciada no dia 1º. Eles reivindicam aumento de 53,7% no valor da bolsa residência, respeito às 60 horas semanais e ampliação das condições de trabalho. O salário atual de um médico residente é de R$1.479. O valor é fixado pelo Ministério da Educação (MEC) e da Saúde. Os salários são pagos com recursos estaduais, municipais e alguns com recursos da iniciativa privada. A residência médica é uma especialização com duração variada, na qual os recém-formados optam por ingressar depois da faculdade.

Em todo o país existem 17 mil médicos residentes. Só em São Paulo são 6.500, dos quais 4.500 recebem a bolsa do Estado. Desses, 90% aderiram à greve em mais de 20 hospitais em todo o estado, segundo a presidente da Ameresp. Ela reforçou que o objetivo do movimento é mostrar à sociedade a realidade dos médicos residentes. "Queremos mostrar o que vêm passando os médicos residentes com relação às condições de trabalho, à carga horária excessiva e à falta de supervisão".

Os alunos da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) que desejarem renovar a matrícula para 2007 devem ficar atentos as datas. A renovação será de 5 a 8 de dezembro para quem for permanecer no mesmo horário. Aqueles que quiserem mudar de turmas a data será de 12 a 15 do mesmo mês.

Para renovar, information pills é preciso apresentar a carteirinha do 2º semestre de 2006, salve com a autorização do professor. O DAR só deve ser pago em 2007, quando é para ser apresentado com o atestado médico. As matrículas novas serão abertas a partir de 6 de fevereiro.

A coordenadora das escolinhas da SEL, professora Elizabeth Ribeiro, alerta que quem perder o prazo de renovação perderá a vaga. "É muito importante todos os alunos ficarem atentos as datas. Já fixamos cartazes em todo o complexo esportivo informando da renovação e os professores também estarão lembrando aos alunos. Fazemos a divulgação sempre com antecedência para o aluno se programar e garantir sua vaga para o próximo semestre". Mais informações na Secretaria de Esporte e Lazer: 3327-0454.

A Colômbia, viagra sale a Venezuela e o Brasil, nessa ordem, são os países que têm as mais altas taxas de assassinatos de jovens no mundo, mostrou um estudo divulgado hoje.

O "Mapa da Violência 2006 – Os jovens do Brasil", apresentado em Brasília pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), analisou e comparou a estrutura da mortalidade dos jovens do país e fez recomendações para ações públicas e privadas para combater as mortes de jovens.

"Entre 84 países do mundo, com sua taxa de 27 homicídios em geral para cada 100 mil habitantes, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking, atrás da Colômbia e com taxas quase iguais às de Rússia e Venezuela", afirmou o relatório da OEI.

"Entre os jovens a situação é mais grave. A taxa de 51,7 homicídios para cada 100 mil jovens, registrada em 2004, coloca o Brasil na terceira posição, depois de Colômbia e Venezuela", disse o levantamento.

Esse índice é de 30 a 40 vezes maior que as taxas de mortes juvenis de países como Inglaterra, França, Alemanha, Áustria e Egito.

O estudo, elaborado com base em dados oficiais, mostrou que a taxa de homicídios de jovens brasileiros entre 1994 e 2004 cresceu a um ritmo maior que o número de assassinatos entre a população total.

Em 2004, o Brasil contava com uma população jovem (entre 15 e 24 anos) de 36 milhões de pessoas, um pouco mais que 20% do total de habitantes.

"Mais de 20% da população jovem não estuda nem trabalha. Isso significa rua, bares, álcool, droga, transgressão de normas. Existe um jeito jovem de viver, mas também um jeito jovem de morrer", disse na apresentação do trabalho seu coordenador, Julio Jacobo Waiselfisz.

Segundo o levantamento da OEI com dados de 2004, os Estados mais violentos para os jovens brasileiros são Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A grande maioria dos jovens assassinados é de homens (93%) e negros.

O estudo constatou também que as mortes de jovens, seja por homicídios, acidentes de trânsito ou suicídios, aumentam consideravelmente nos fins de semana. Por isso, Waiselfisz recomendou a adoção de mais medidas públicas preventivas nesse período.

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