“Não digo que estamos em um patamar superior em relação aos outros times. Estamos em um ritmo bom. Talvez a nossa vantagem é que, apesar de a equipe perder algumas peças, como a Mari no ano passado e a Paula Pequeno agora, conseguimos nos recompor bem”, comentou a atleta do Finasa/Osasco, em entrevista ao SporTv.
Carol ainda fez questão de destacar a união das atletas. “Estamos unidas e não há individualidade: ninguém está querendo aparecer mais que o grupo”, afirmou Carol, que não reclamou nem da pesada rotina de treinamentos.
“As jogadoras e a comissão técnica estão fazendo um grande esforço, de se dar 100% em todos os treinamentos. Tudo em função de Pequim-2008”, garantiu a atleta, que, apesar de não ter participado das últimas Olimpíadas, acredita na influência da impressionante derrota para a Rússia na semifinal de Atenas. “Serviu como lição e a gente não quer repetir os erros do passado. O vôlei inteiro pagou um preço por isso”, explicou.
De acordo com a meio, a equipe continua focada no Mundial. “A conquista deste Grand Prix é um passo para que as jogadoras desta seleção renovada ganhem experiência. É isso que o Zé Roberto quer para os próximos campeonatos, que serão os mais importantes”, comentou.
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