O técnico Bernardinho considera os rivais uma das principais forças do vôlei atual. A escolha foi feita porque no Mundial os dois times só podem se cruzar a partir das semifinais. Além disso, os poloneses têm características semelhantes às de Cuba, Grécia, Austrália e Alemanha, oponentes da seleção nacional na primeira fase.
“À exceção da França, que tem um jogo mais de defesa e paciência, todos os nossos adversários da primeira fase jogam parecido com a Polônia. É uma equipe de força, com um saque potente”, explica Bernardinho.
O ponta Giba lembra a última vez que as duas equipes se enfrentaram. Foi nas quartas-de-final dos Jogos Olímpicos de 2004. O Brasil venceu por 3 sets a 0. “É um time que ganhou experiência desde aquela partida e ainda vai dar muito trabalho no futuro. Pode ser nosso adversário na semifinal. Este ano fizemos poucos amistosos. Este vai nos ajudar bastante”, afirma.
A Polônia está no Grupo A do Mundial, que disputará seus jogos em Saitama, e enfrentará na primeira fase Egito, Porto Rico, China, Argentina e Japão.
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