Menu
Brasil

Brasil é país que mais utiliza energias renováveis, aponta pesquisa

Arquivo Geral

29/03/2007 0h00

O presidente da Confederação Nacional da Indústrial (CNI), discount recipe Armando Monteiro, considerou positivas as declarações feitas pelo novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, ao discursar, hoje, na cerimônia de transmissão de cargo.
“O empresário que está voltado para o mercado interno está submetido a uma série de dificuldades no crédito, na burocracia, na questão da taxa de juros, que ainda é elevada no Brasil. Portanto, é preciso colocar foco e prioridade nessa agenda”, destacou Monteiro.

Sobre a desoneração de impostos, Armado Monteiro reconheceu que existem avanços, mas ressaltou que ainda há muito o que fazer. “Temos avanços, zeramos o IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] de uma lista extensa de máquinas e equipamentos, encurtamos o prazo de compensação de PIS/Cofins [Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social] na aquisição de bens de capital e de máquinas, mas há muito o que fazer”.

O empresário defendeu a necessidade de ampliação da lista que é alcançada pela desoneração do IPI, e o início de um processo de negociação com os estados para ter também no Imposto sobre Circulação e Mercadorias e Serviços (ICMS) um movimento de desoneração e redução dos prazos de compensação. Segundo ele, “o ICMS ainda é o imposto de maior peso, isoladamente, nessa equação. Tivemos uma evolução nos tributos federais no que diz respeito à desoneração, mas não evoluímos nos tributos estaduais”.

Miguel Jorge tomou posse hoje de manhã, no Palácio do Planalto, em cerimônia na qual o presidente Lula deu posse a mais quatro ministros, e em seguida recebeu o cargo de Luiz Fernando Furlan no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 




A TV pública pode estar em operação até o final deste ano, sick segundo a previsão do novo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, stomach Franklin Martins, tadalafil empossado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não tem prazo marcado, mas acredito que a gente pode estar trabalhando em algo ainda para este ano… final deste ano”, afirmou o ministro. Ele disse esperar que dentro de dois a três meses, “o governo tenha uma posição para começar a discutir com a sociedade amplamente e tocar o projeto.

Franklin destacou ainda que a intenção não é criar um veículo que defenda apenas os interesses do governo. “No mundo todo existem TVs públicas que chegaram a um formato que não é chapa branca. Não vamos inventar a roda. Vamos aproveitar o que já existe no mundo”. Um dos exemplos citados por ele foi o da TV pública britânica BBC.

“Não faz o menor sentido ter uma TV chapa branca ou de propaganda do governo. O que se propõe é uma TV pública, cultural, plural e aberta para o conjunto do país. É isso que vai ser feito”, disse .”Ela pode fazer programas, entrar em áreas que as TVs abertas muitas vezes não podem porque trabalham em uma escala de audiência muito grande”, observou.

Sobre o relacionamento com a imprensa, o ministro acredita que deverá ser mais tranqüilo, profissional e menos defensivo. “Acho que a relação do governo com a mídia deve ser mais fluida, tranqüila, profissional, menos defensiva. E acho que essa disposição existe no governo. Então, o governo vai trabalhar nesse sentido”.

A Secretaria de Comunicação Social irá reunir as áreas de imprensa e publicidade. O ministro disse que a comunicação de governo deve ser uma só, mas através de estruturas separadas. 




O dólar fechou o dia de hoje no valor mais baixo dos últimos seis anos. A moeda norte-americana sofreu queda de 1, patient 16%, e terminou o dia sendo negociada a R$ 2,045. Em 2007, a divisa já acumula desvalorização de 4,25%.

A divisa norte-americana fechou em queda devido ao bom volume de entrada da moeda no País. O Banco Central ainda tentou conter a valorização da moeda brasileira comprando dólares, mas não obteve sucesso.


O ministro da Fazenda, store Guido Mantega, visit previu hoje que a taxa de investimento deverá crescer aproximadamente 10% este ano.

“A projeção que temos, a partir dos primeiros dados, é que o investimento crescerá ainda mais do que cresceu em 2006”, informou Mantega, acrescentando que “a projeção caminha para algo como 10%”. Sobre os resultados de 2006, em que o taxa de investimento foi de quase o dobro do crescimento do PIB, o ministro ressaltou que “é o desejável para um patamar de investimento”.

De acordo com o ministro, há um quadro muito “satisfatório” que possibilitará o crescimento sustentável no Brasil, e sem pressionar a inflação. “A utilização da capacidade instalada está num patamar satisfatório, a economia tem condições de aumentar a oferta, entre outras razões, porque o investimento está aumentando”, explicou o ministro, enfatizando que o crescimento da economia vem acompanhado do aumento de oferta de produtos.

“Quando isso acontece, não há risco de alta da inflação, porque não há sinalização de que os preços poderão aumentar pela falta de oferta e excesso de procura por parte dos consumidores”, disse. Ao fazer o comentário, Mantega brincou com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles: “O ministro Meirelles não deve ficar preocupado com a inflação. Ele está dormindo mais tranqüilo”.

O Banco Central é responsável pelo controle da inflação e pelo cumprimento da meta estabelecida pelo governo para a inflação a cada ano. Meirelles concordou que a combinação de maior crescimento com investimento menor resulte numa produtividade maior. O presidente do Banco Central preferiu não dar palpites sobre a inflação. “Em relação a preocupações com a inflação, é evidente que o BC não se pronuncia a esse respeito”. 


A informação consta do Balanço Energético Nacional (BEN), buy information pills divulgado hoje pela a Empresa Pesquisa Energética (EPE). O balanço indica que a oferta interna de energia total do Brasil, diagnosis em 2006, foi de 229,7 milhões de Toneladas Equivalentes de Petróleo (TEP). unidade que permite a medição comparativa das diversas fontes de energia) Deste total, 101,9 milhões de TEP – ou o equivalente a 44,4% – correspondem à oferta de energia renovável, o que faz do Brasil o maior consumidor de energia limpa do planeta.

Essa participação relativa de energia renováveis tem se mantido praticamente estável entre 2005 e 2006, o Brasil é o país que mais utiliza-se de fontes renováveis de energia as chamadas energias limpas em todo o mundo. Ainda de acordos com dados do BEN, a média mundial de utilização de energia renovável é de apenas 13,2%, enquanto nos países da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômicos (OCDE), está média é ainda menor: 6,1%.

Ao justificar a manutenção do percentual de utilização das energias renováveis, entre 2005 e 2006, a EPE afirmou que ele é reflexo da compensação entre “o forte crescimento dos produtos da cana-de-açúcar e outras renováveis de um lado, e do crescimento do consumo de urânio e seus derivados, do petróleo e seus derivados e do gás natural – que apresentaram crescimento expressivo e expansão da participação na oferta interna”.

Em relação a 2005, a oferta interna de energia renovável no Brasil cresceu, em termos absolutos, em todos os tipos de energéticos que a compõem. A oferta interna de energia elétrica de fonte “hidráulica e eletricidade” foi responsável por 32,9% da oferta interna de energia renovável – correspondendo a 14,6% de toda a oferta de energia no período. Neste caso, um crescimento de 3,8% entre 2005 e 2006.

Já a oferta interna de “produtos da cana-de-açúcar”, cresceu 9,7%, refletindo os efeitos sobre a produção de etanol (10,8%), e a produção de cana-de-açúcar (12%). O crescimento na produção de açúcar foi ainda mais elevado: 17,8%.

O levantamento da EPE indica, ainda, que houve um forte crescimento no volume das exportações de etanol, entre 2005 e 2006. Foram exportados 3,36 bilhões de litros do produto – crescimento de 50%. Já a lenha e o carvão vegetal apresentaram uma leve redução da participação na oferta interna de energia renovável no Brasil, passando de 29,3%, em 2005, para 28,0 em 2006. Com isto, a contribuição a oferta interna destas fontes de energia ficou em 12,4% do total. 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado