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Brasil

Brasil e Irlanda mantêm contatos para esclarecer expulsões de brasileiros

Arquivo Geral

27/03/2008 0h00

As autoridades de imigração da República da Irlanda e a Embaixada do Brasil em Dublin mantêm conversas “construtivas e positivas” para esclarecer por que três brasileiros ficaram dois dias detidos em uma prisão irlandesa e, website like this posteriormente, information pills foram expulsos do país, troche informaram fontes oficiais.

A responsável da seção consular brasileira na capital irlandesa, Elza de Castro, disse à Agência Efe que os contatos entre ambas as partes também servirão para “esclarecer as regras” de admissão e oferecer, assim, “guias de orientação aos brasileiros”.

Uma das “preocupações” levadas às autoridades irlandesas, disse Elza, é a falta de centros de amparo para aqueles que, por qualquer motivo, não são admitidos neste país, como aconteceu aos três brasileiros (duas mulheres e um homem) na semana passada no aeroporto de Dublin.

Uma porta-voz da Polícia irlandesa (a Garda) não quis fazer declarações sobre o caso, mas reconheceu que, em Dublin, só existem “um ou dois” centros de acolhida para imigrantes e que, normalmente, “estão lotados”.

A representante consular indicou que dois dos brasileiros expulsos moram temporariamente em Porto (Portugal) e o terceiro em Madri (Espanha), onde estudam, e que foram levados a uma delegacia pela ausência de um centro de amparo apropriado.

Os três passaram duas noites nas seções masculina e feminina da prisão de Mountjoy, no centro de Dublin, até que puderam voar de volta a seus países de origem no sábado passado.

Elza de Castro disse à Efe que os estudantes tinham cartões de crédito e os documentos necessários para entrar na Irlanda, com exceção de uma reserva de hotel.

Uma das mulheres levava 299 euros em dinheiro, o qual foi considerado insuficiente pelas autoridades, que, segundo a responsável brasileira na Irlanda, não puderam comprovar o saldo do cartão de crédito “em decorrência das longas filas” formadas no aeroporto de Dublin.

Sem reservas de hotel e sem um saldo verificável, as autoridades irlandesas decidiram reter os estudantes para evitar que “caíssem em dificuldades”, acrescentou a diplomata.

Elza se mostrou “satisfeita” com as explicações oferecidas pela Irlanda, mas ressaltou que manterão mais contatos para conseguir que o Governo “modifique o sistema de abrigo em favor de um mais humanitário”.



 

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    27/03/2008 0h00

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    A responsável da seção consular brasileira na capital irlandesa, Elza de Castro, disse à Agência Efe que os contatos entre ambas as partes também servirão para “esclarecer as regras” de admissão e oferecer, assim, “guias de orientação aos brasileiros”.

    Uma das “preocupações” levadas às autoridades irlandesas, disse Elza, é a falta de centros de amparo para aqueles que, por qualquer motivo, não são admitidos neste país, como aconteceu aos três brasileiros (duas mulheres e um homem) na semana passada no aeroporto de Dublin.

    Uma porta-voz da Polícia irlandesa (a Garda) não quis fazer declarações sobre o caso, mas reconheceu que, em Dublin, só existem “um ou dois” centros de acolhida para imigrantes e que, normalmente, “estão lotados”.

    A representante consular indicou que dois dos brasileiros expulsos moram temporariamente em Porto (Portugal) e o terceiro em Madri (Espanha), onde estudam, e que foram levados a uma delegacia pela ausência de um centro de amparo apropriado.

    Os três passaram duas noites nas seções masculina e feminina da prisão de Mountjoy, no centro de Dublin, até que puderam voar de volta a seus países de origem no sábado passado.

    Elza de Castro disse à Efe que os estudantes tinham cartões de crédito e os documentos necessários para entrar na Irlanda, com exceção de uma reserva de hotel.

    Uma das mulheres levava 299 euros em dinheiro, o qual foi considerado insuficiente pelas autoridades, que, segundo a responsável brasileira na Irlanda, não puderam comprovar o saldo do cartão de crédito “em decorrência das longas filas” formadas no aeroporto de Dublin.

    Sem reservas de hotel e sem um saldo verificável, as autoridades irlandesas decidiram reter os estudantes para evitar que “caíssem em dificuldades”, acrescentou a diplomata.

    Elza se mostrou “satisfeita” com as explicações oferecidas pela Irlanda, mas ressaltou que manterão mais contatos para conseguir que o Governo “modifique o sistema de abrigo em favor de um mais humanitário”.



     

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