O maior pontuador acabou sendo o central André Heller, que veio do banco como opção para o lugar de Rodrigão. Ele foi praticamente perfeito no ataque e garantiu dez pontos, com nove bolas viradas e um bloqueio. Este fundamento, aliás, também não esteve bem e foi Gustavo quem mais pontuou: três vezes, sete pontos no total.
Acostumados a jogos com grandes viradas e muitos pontos, o ponteiro Giba e o oposto André Nascimente estiveram bem abaixo da média. O primeiro fez apenas oito, sendo dois de saque. O segundo veio ainda mais atrás, com seis, um de saque. Dante foi outro que deixou a quadra em “baixa”. Foram apenas três pontos.
Em compensação, os reservas Murilo e Samuel foram bem e comandaram as ações no terceiro set, quando Bernardinho tirou de quadra os titulares. Murilo fechou com seis pontos, enquanto o jovem Samuel marcou outros cinco. Rodrigão e Anderson completaram a série com um cada.
Mas foi nos erros australianos que o Brasil se deu melhor. A equipe rival cometeu nada menos que 27 falhas e cedeu mais que um set inteiro ou 36% dos pontos brasileiros no jogo. O melhor jogador do país da Oceania foi Daniel Howard, com 13 pontos, sendo oito de ataque, dois do bloqueio e três de saque.