Palmeirinha terminou como o melhor representante do país na categoria carros, com a 37ª colocação geral. Ele teve boas classificações como três 15º lugares, além de seis colocações entre os vinte primeiros em especiais. “Tirei um peso das minhas costas por ter conseguido terminar a prova e estou muito feliz e orgulhoso por ter o carimbo do Dakar no meu “passaporte””, disse Palmeirinha.
“A 37ª posição não era a colocação que imaginava ter e agora que completei a prova posso dizer que poderia ter tido um resultado entre os 20 primeiros. Para melhorar isso e ficar próximo dos dez primeiros tenho que aprender mais ainda, principalmente nas dunas”, revelou Palmeirinha, que lamentou problemas logo na saída, ainda em Portugal.
Outro que se mostrou animado foi Carlos Ambrósio. Em sua primeira participação no Dacar, foi o 50º colocado, melhor entre os representantes do país que estrearam em 2007. "Meu objetivo sempre foi o de concluir a prova. Tive uma contusão séria no ombro e cheguei a pensar que seria obrigado a adiar o sonho de correr pela primeira vez o Dakar”, contou Ambrósio.
Ainda nos carros, o brasileiro Riamburgo Ximenes foi outro que só tinha a comemorar, principalmente pelo fato de ter corrido com estrutura bem inferior aos demais concorrentes. Mesmo assim, o estreante terminou o Dacar como 52º, à frente, por exemplo, do experiente Klever Kolberg.
"As diferenças realmente são perceptíveis. Mas estamos chegando. Nosso carro apesar de ser o mais modesto é fantástico em resistência e confiabilidade, tanto que apesar do acidente estamos aqui. Somos os melhores estreantes em nossa categoria e estou muito feliz", comemorou Ximenes.
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