“Hoje (sábado) tivemos um bom passe e, com isso, nosso sistema de ataque funcionou melhor que ontem (sexta, contra Cuba). Cometemos menos erros também e nosso saque e nosso bloqueio estavam melhores”, apontou. “No segundo set, eles ficaram um pouco sem gás e jogamos de modo mais eficiente nas horas fundamentais”, completou.
Enquanto o treinador apontava fundamentos que evoluíram, os jogadores da seleção destacavam outro fator para a boa atuação: a maior concentração. “Fizemos um bom jogo porque nos mantivemos concentrados. Entramos com mais motivação e os gregos não conseguiram responder ao nosso jogo”, explicou o levantador Ricardinho.
André Nascimento e Gustavo concordaram com o levantador. “A principal razão para a vitória foi a concentração. O primeiro set foi duro, mas depois estávamos mais relaxados e ainda assim jogamos bem, mesmo com as várias substituições”, disse o posto André. “Nossa concentração foi o ponto forte. Estou feliz pelo modo que jogamos”, completou o experiente Gustavo.
Substituições não tiram força
Com o jogo tranqüilo no terceiro set, Bernardinho promoveu a entrada de dois atletas que não haviam participado ainda: Murilo e Samuel, além de manter em quadra os outros reservas que jogavam no momento, como Anderson, André Heller (que hoje começou como titular) e Marcelinho.
“Trocamos jogadores pensando no futuro, mas nunca deixamos de lutar porque o sistema do torneio faz com que cada ponto valha muito. Então fomos atrás da maior diferença possível”, destacou o treinador, que elogiou o desempenho dos dois menos experientes do grupo.
“Durante nossa preparação, tivemos pouco tempo, mas ainda assim colocamos o time B para treinar contra a Polônia e os dois foram bem. Hoje, tiveram a chance de sentir a quadra a atmosfera para os jogos seguintes. Foi importante para dar a eles confiança para que eles