“Nós também já perdemos e fomos criticados por isso. Tudo é momento”, ressaltou Bernardinho, que fugiu de declarações polêmicas sobre o assunto. “Que nós possamos aprender com eles”, completou, resumindo.
O treinador ainda ressaltou a garra e o sacrifício de seus jogadores, explicando que a dedicação e a união do grupo foram definitivas para que o Brasil pudesse manter o alto nível, mesmo com algumas dificuldades durante a competição. Segundo ele, a partida contra a Polônia não refelte o nível do torneio.
“A final pode ter dado essa ilusão, mas o campeonato foi duro, muito equilibrado. Mas talvez nós estejamos um degrau acima”, reconheceu ele, que teve dificuldade para descrever seus jogadores. “Para caracterizar um pouco, essa é uma equipe que dá o seu melhor quando o melhor é necessário”, explicou.
Além disso, o treinador fez ques tão de mais uma vez exaltar e dedicar o título à sua esposa, a ex-jogadora Fernanda Venturini. “Ela não teve o reconhecimento que merece. Não há dúvidas que ela é maior jogadora da história do Brasil. Ela transformou o Brasil de um time competitivo em um time vitorioso. Transformou jogadoras medíocres em jogadoras de seleção”, opinou, sem dar nomes.
Ao contrário de Bernardinho, a maioria dos bicampeões mundias retornou para São Paulo e levaram junto o troféu do Mundial do Japão.
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