“Tenho a informação de como e quem estava por trás disso, e por que motivo isso aconteceu”, acusou Johnson, segundo o jornal australiano Melbourne Herald Sun, no qual evitou fazer disparos na direção de Lewis. “Não vou falar muito sobre este assunto, mas ele está no meio disso”, garantiu.
Na ocasião, o ex-atleta canadense havia registrado o recorde mundial dos 100m rasos com o tempo de 9s79. Porém, Johnson acabou pego no antidoping, o qual acabou reconhecendo mais tarde, o que lhe custou a vitória. A medalha de ouro acabou caindo no colo da Carl Lewis, que teria feito parte de um complô para arruinar a imagem do rival.
Johnson explicou que, pouco antes do exame, havia bebido cerveja com um jogador de futebol que se dizia amigo da família de Lewis. “Venho conversando com meu advogado, e ele me pediu para ficarmos calmos até talvez julho. Ainda estamos tentando buscar informações e fazer esse jogador falar o que sabe”, disse.
Por sua vez, Lewis reconhece o encontro de seu amigo com o rival, mas não revela seu nome e nega com veemência qualquer possibilidade de colaboração com o doping. “Carl não teve qualquer envolvimento com o caso de doping de Ben”, resumiu Joe Douglas, empresário do ex-velocista norte-americano.
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