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Brasil

Banco Central lança moeda de R$ 2 em homenagem a Santos Dumont

Arquivo Geral

20/10/2006 0h00

Sobreviventes de genocídios, help diagnosis do Holocausto nazista ao de Ruanda, fizeram um apelo hoje por sanções da União Européia (UE) para pôr fim ao conflito de Darfur. Segundo os sobreviventes, a UE não fez quase nada para suspender o assassinato em massa no oeste do Sudão.

"Não sobrevivi a um campo de concentração nazista para ficar parado enquanto um genocídio se repete", disse o sobrevivente do Holocausto Martin Stern, uma das 120 pessoas a assinar uma carta aberta dirigida aos membros da UE. "A Europa pode desempenhar um papel de liderança na interrupção desse massacre, mas tem que agir agora", acrescentou.

O Sudão está resistindo à pressão internacional para que permita a entrada no país de 20 mil soldados da Organização das Nações Unidas (ONU) em substituição aos militares da União Africana (UA) que estão em Darfur, onde 200 mil pessoas já morreram e 2,5 milhões de pessoas ficaram desabriga das em três anos de conflito. A missão da União Africana, mal financiada e equipada precariamente, expira no dia 31 de dezembro, mas ainda não há um acordo relativo ao que acontecerá a partir daquela data.

Enquanto isso, a violência em Darfur está se agravando, com soldados do governo e milícias aliadas, assim como rebeldes, sendo responsabilizados por novos ataques.

Sobreviventes do Holocausto nazista, do Camboja, da Bósnia e de Ruanda assinaram uma carta aberta aos líderes da UE que se encontram hoje na cidade finlandesa de Lahti pedindo por sanções da UE sobre o governo sudanês.

O premiê finlandês, Matti Vanhanen, cujo país mantém a presidência rotativa da UE, disse que os líderes discutiram brevemente "a situação alarmante do Sudão". "Estamos trabalhando firmemente para convencer o governo do Sudão de que a operação da ONU é a única opção viável", declarou ele.

O presidente dos EUA, George W. Bush, assinou na semana passada uma lei impondo sanções sobre os responsáveis por genocídio e crimes de guerra no Sudão.

A brasileira Roselane Driza, no rx de 37 anos, page que trabalhava como faxineira em Londres, illness foi condenada a 33 meses de prisão por chantagem e roubo de fitas com imagens comprometedoras de dois juizes. A sentença foi dada hoje pelo tribunal penal londrino de Old Bailey. 

Roselane trabalhou para a juíza, identificada apenas por J., por ter sua identidade protegida, e para o juiz Mohammed Ilyas Khan, de quem roubou as fitas com imagens íntimas da magistrada com o juiz colega no Tribunal de Asilo e Imigração. A faxineira e Khan também tiveram um caso, que durou até que fossem descobertos pela juíza.

A juíza ainda pensou em demiti-la por achar que ela se intrometia de mais em sua vida. Com o fim da relação, a faxineira chantageou a juíza um valor equivalente a 29.200 euros para não revelar que havia trabalhado ilegalmente, além de ameaçar Khan com a divulgação de dois vídeos, com imagens supostamente mostram os dois juizes usando drogas e mantendo relações sexuais.

Além de toda essa história, digna de roteiro de novela, a faxineira mantém um passado bastante intrigante. Ela chegou em 1998 ao Reino Unido com visto de estudante, e casou-se com um mafioso albanês acusado de assassinatos em três países. Dois meses depois, quando descobriu a verdadeira personalidade de seu esposo, se separou. Casou-se novamente com um libanês, mas ficou viúva depois que ele foi assassinado a punhaladas em outubro de 2000.

Os depoimentos de Roselane encheram as páginas da imprensa sensacionalista britânica e fizeram dela uma verdadeira celebridade. Ao sair do tribunal ela ousou mandar beijos para os jornalistas que cobriam o julgamento. O Departamento de Assuntos Constitucionais pretende abrir uma investigação disciplinar sobre a conduta dos magistrados e Roselane pode ser deportada quando sua condenação terminar. Na acusação a faxineira recebe 30 meses de prisão por subornar a juíza e mais três meses por roubar as fitas do juiz. 

 

Será lançada na segunda-feira pelo Banco Central uma moeda de R$ 2 em homenagem ao centenário do primeiro vôo do 14 Bis, sickness do Alberto Santos Dumont. O objetivo é que a moeda vire um item de colecionador. O lançamento ocorrerá em Brasília e em todas as capitais com escritório regional do BC.

A moeda será cunhada em prata. De um lado estará a imagem do avião com a mensagem “Centenário do Vôo do 14 Bis”, online e do outro o rosto de Santos Dumont. A divisa custará R$ 105 no Banco Central.

O lançamento da moeda faz parte do programa de moedas comemorativas do BC. Em 1936 foram lançadas várias moedas homenageando brasileiros famosos, e uma delas tinha a imagem de Santos Dumont.

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