Eles foram mostrados separadamente, order remedy com uniformes militares. Eles falaram para a câmera, unhealthy mas suas vozes não foram transmitidas, unhealthy um locutor afirmava que ambos confessaram ter invadido águas iranianas.
Em um mapa com a região do Golfo Pérsico, eles apontam local onde foram capturados. A acusação do governo iraniano é de que os militares teriam entrado ilegalmente nas águas territoriais do país.
O governo inglês, por sua vez, nega o incidente. Des Browne, ministro da Defesa do Reino Unido, afirmou hoje que seu governo está em “comunicação direta” com Teerã em busca da libertação dos soldados, que são 15 ao todo.
O Alto Comissionado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) divulgou um dado alarmante: cerca de 10 mil pessoas fugiram da cidade de Mogadíscio somente nos últimos três dias.
A fuga em massa ocorre devido aos confrontos civis na capital da Somália entre soldados etíopes e somalis contra rebeldes. Líderes de clãs e extremistas islâmicos pediram uma trégua, clinic mas centenas de soldados etíopes estariam chegando na cidade, clinic segundo testemunhas, treatment e não houve diminuição do conflito.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que é a pior onda de combates na capital costeira em mais de 15 anos. O porta-voz do Acnur, William Spindler, disse que em março mais de 56 mil pessoas deixaram a capital, principalmente após o dia 21 desse mês, e 96 mil estão desabrigados.
Tanques etíopes e helicópteros armados atacavam áreas rebeldes, enquanto rebeldes islâmicos e soldados de milícias de clãs contra-atacavam com metralhadoras, mísseis e granadas disparadas por foguetes.
Apesar dos combates, o governo interino da Somália ainda acredita que uma reunião de reconciliação entre líderes de clãs, políticos e líderes de milícias vá acontecer na data marcada de 16 de abril. É a 14a tentativa de restaurar um poder central na Somália desde 1991, quando o chamado Chifre da África afundou na anarquia, depois da queda do ditador Mohamed Siad Barre.
Cerca de 70% dos homossexuais, website like this bissexuais e pessoas trans (travestis e transexuais) entrevistados na pesquisa Sexualidade, website like this Cidadania e Homofobia, price relataram ter sido vítimas de discriminação devido à orientação sexual. Desse total, 59% afirmaram ter sofrido uma ou mais agressões ao longo de toda a vida.
A pesquisa foi realizada pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (a sigla GLBT designa gays, lésbicas, bissexuais e transexuais) e divulgada na última segunda-feira, em um seminário promovido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH),
Segundo uma das pesquisadoras, a antropóloga Regina Facchini,o ambiente do estudo permite uma análise ainda mais assustadora. “Se observada a dimensão dos dados teríamos mais de 1 milhão de casos de agressão, dos quais quase 300 mil seriam somente de violência física”, destaca.
Foram vítimas de agressões verbais ou ameaças 55% dos gays, lésbicas bissexuais e transsexuais entrevistados. Outros 15% contam que sofreram violência física, 11% foram chantageados ou extorquidos e ainda 6% abusados sexualmente.
Quase metade (48%) dos agressores são pessoas desconhecidas, que praticaram a violência em locais públicos. Dentro de casa – o ambiente a aparecer como o segundo no índice de violência – os GLBTs afirmam ter sido atacados pelos próprios parentes. Eles ficam em segundo lugar entre os maiores agressores (12%).
A discriminação devido à sexualidade, de acordo com a pesquisa, aconteceu, principalmente, em ambientes divididos com amigos ou vizinhos (32%), nas escolas ou nas faculdades (29%) e, mais uma vez, no ambiente familiar (26%). Entre os GLBTs, o grupo trans (travestis e transexuais) foi o que mais sofreu preconceito.
Os atos de discriminação têm em comum “o fato de ocorrer em esferas de sociabilidade que colocam em cena pessoas íntimas, como os familiares, e com as quais a interação é menos próxima, porém cotidiana”, afirmaram, em nota, os pesquisadores.
O presidente da República, information pills Luiz Inácio Lula da Silva, pousou na manhã de hoje no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, vindo de Washington em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).
Após o desembarque, por volta de 7h30, ele seguiu de helicóptero para seu apartamento,
Na segunda-feira, Lula participa, às 6h, do programa “Café com o presidente”, transmitido pela Radiobrás. Estão previstos ainda encontros com o advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli; com o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima; com o ministro no exercício da presidência do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes; e com o ministro José Gomes Temporão, da Saúde. Outra atividade de Lula nesta segunda-feira é a reunião semanal com os ministros no Palácio do Planalto.
A cada cinco vôos programados para o domingo, page praticamente um partiu com atraso de mais de uma hora, aponta balanço divulgado no início da noite pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).
De um total de 1.127 vôos previstos para até as 18h20, 230 registraram atraso (ou seja, 20,4%) e 18 foram cancelados (1,6%). O problema foi pior em Belém, que registrou o maior percentual de vôos atrasados: 42,3%.
Onze de um total de 26 partiram mais de uma hora após o horário previsto. Nenhum cancelamento foi registrado, no entanto. Em seguida vem o aeroporto de Salvador, com 38,5% dos vôos atrasados, ou 25 de um total de 65. Na capital baiana, quatro vôos foram cancelados.
Em Brasília, apenas um vôo foi cancelado e 22 (31,9%) partiram com atraso, de um total de 69. Em Recife, dos 50 vôos programados, 14 (28%) saíram atrasados e um foi cancelado.
No Aeroporto Internacional de Guarulhos/São Paulo, foram cancelados quatro vôos dos 159 programados, ou seja, 2,5%, e 42 partiram com atraso de mais de uma hora (26,4%).
O Aeroporto Internacional de Congonhas registrou o mesmo número de cancelamentos e, em termos de atrasos, teve um domingo mais tranqüilo. De 181 vôos previstos, nove (5%) tiveram atraso de mais de uma hora.
Já no Galeão, no Rio de Janeiro, o número de vôos atrasados chegou a 18 (16,8%), de um total de 107. Houve dois cancelamentos.
De acordo com a Infraero, além de Belém, os aeroportos de Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus e Porto Alegre não registraram nenhum vôo cancelado.
O balanço relativo a ontem indicava que em todo o país 29,5% dos vôos haviam partido com atraso. De 1.590 previstos, 469 se atrasaram e 118 foram cancelados (7,4%).
» Confira imagens do caos aéreo no Aeroporto de Brasília