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Brasil

Assessoria diz que não há provas de que suspeita entregou dinheiro a ministro

Arquivo Geral

21/05/2007 0h00

A Operação Contanicot, generic remedy da Polícia Federal, viagra order cumpriu na manhã de hoje quatro mandados de prisão e quatro de busca e apreensão na cidade de Foz do Iguaçu (PR), drug na fronteira do Brasil com o Paraguai.

A operação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada para o contrabando, especificamente de cigarros, corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Serão cumpridos 55 mandados de prisão e 77 de busca e apreensão em Goiânia (46 alvos), Anápolis (3 alvos), Mato Grosso do Sul (4 alvos)  e interior de Goiás (7 alvos).

Menosso disse que das quatro pessoas presas em Foz  do Iguaçu, três estavam servindo como batedores de um caminhão repleto de caixas de cigarros e mercadorias contrabandeadas do Paraguai (brinquedos, CDs e mercadorias de bazar). O motorista do caminhão também foi preso.

De acordo com o inspetor, foram apreendidos três carros, uma moto e R$ 13  mil nas residências dos integrantes da quadrilha. O comando da Contranicot está sediando na Polícia Federal de Goiânia. 


O presidente em exercício, ampoule José Alencar, tadalafil comentou hoje a suspeita de envolvimento de Silas Rondeau nas fraudes descobertas pela Operação Navalha, link da Polícia Federal. Ele afirmou não ter nada a comentar sobre isso porque “não há uma acusação nem uma condenação, apenas uma suspeita”.

O presidente em exercício elogiou o trabalho da Polícia Federal e declarou que condena qualquer esquema de corrupção porque “fora da lei não há salvação”. Mas ponderou: “Não posso condenar as pessoas quando apenas há indícios”.

Sobre a possibilidade de afastamento de Silas Rondeau, Alencar deixou a questão por conta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “É uma questão do ponto de vista de consciência pessoal dele [do ministro]. E em relação ao ministério, quem decide é o Lula”.

Ontem, o ministro negou a existência de provas de seu envolvimento nas fraudes. Em Assunção (Paraguai), onde participa de visita de negócios do governo brasileiro, ele disse que, quando muito, há uma “suposição”.

Na quinta-feira, quando a operação foi deflagrada, dois assessores do ministério (Sérgio Luiz Pompeu de Sá e o chefe de gabinete Ivo Almeida Costa) foram presos – o segundo foi exonerado no mesmo dia. No fim de semana, imagens e diálogos veiculados pela imprensa reforçaram a suspeita de que o ministro esteja envolvido, pois teria recebido propina de R$ 100 mil da construtora Gautama, do empresário Zuleido Veras (também preso) por facilitar licitações do programa Luz Para Todos.

“Pode haver uma suposição. Eu não acredito que a Polícia Federal tenha dito isso [que ele está envolvido], porque teria que haver uma prova”, afirmou Rondeau ontem, no Paraguai.

O ministro também se disse à vontade para permanecer no cargo, por não ter o que temer. “Estou absolutamente convicto de que não existe nada que venha comprometer [minha situação], e isso aí vai ser provado na Justiça”.

José Alencar participou hoje da abertura do 2º Seminário Internacional Federalismo e Desenvolvimento, que começou hoje e termina quinta-feira, em Brasília.


A segunda prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de maio registrou deflação de 0, seek 03%. A segunda prévia de maio, divulgada nesta segunda-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), considera a variação de preços durante 20 dias e serve para acompanhar a evolução do comportamento da inflação mensal fechada pelo IGP-M no dia 20 de cada mês, que é utilizado como base para reajustes de contratos de energia elétrica e de aluguéis.

De acordo com o levantamento, que apurou a variação dos preços entre 21 de abril a 10 de maio, as taxas de inflação recuaram em relação à segunda prévia de abril nos preços ao consumidor de 0,34% para 0,13% e nos custos da construção civil de 0,48% para 0,47%, dois dos três índices considerados na formação do IGP-M.

Segundo o coordenador da pesquisa, Salomão Quadros, o recuo na inflação para o consumidor foi o que mais contribuiu para a redução no IGP-M de abril para maio, mas são os preços no atacado, terceira categoria que compõe o IGP-M, que continuam mantendo os patamares baixos de inflação. “As taxas (de inflação) estão muito baixas e nesse mês até ficaram abaixo de zero. O índice de Preços no Atacado (IPA) não contribuiu para uma nova desaceleração, mas ao permanecer negativo contribuiu para que o IGP-M ficasse negativo”, explicou o técnico da FGV.

Segundo Quadros, dois fatos novos garantiram a permanência de deflações no atacado: a redução nos preços dos combustíveis e dos alimentos in natura, ambos beneficiados pela safra agrícola. “O início da safra de cana já está produzindo efeitos de queda do preço do álcool etílico, e a tendência é que esse índice se torne negativo com impacto sobre a gasolina. Outra coisa importante é que no o IPA no mês passado estava pressionado pelos alimentos in natura e eles agora estão em queda. Esses dois fatos são diferenciados em relação ao mês passado”, explicou. O movimento foi observado na variação dos preços de bens finais que retrocederam de alta de 0,64%, em abril, para deflação de 0,14%, em maio.

Os dois fatores foram determinantes para manter a deflação no IPA, mas o índice desacelerou menos do que em abril (variação de menos 0,21% para menos 0,16%), por causa de altas no preço de metais, principalmente o cobre, que é largamente utilizado em materiais e componentes na produção industrial.

As matérias-primas da indústria continuam com preços em queda, por causa do bom desempenho do setor agrícola, em período de safra. No entanto, segundo a pesquisa da FGV, a deflação foi menor do que no mês anterior (variação de menos 2,51% para menos 2,32%).  Mandioca (aipim) e leite in natura foram dois itens com alta de preços enquanto que o do milho caiu com menos intensidade.    

A influência positiva da agricultura também foi o que determinou a redução nos preços ao consumidor. Das sete classes de despesas consideradas nesta categoria de preços, a de alimentação foi a única que contribuiu para a desaceleração do índice, passando de 0,48% para deflação de 0,77%. O recuo foi provocado principalmente pela queda dos preços de  hortaliças, legumes e frutas.

Para Salomão Quadros, a tendência é de baixa na inflação, pois as reduções observadas nesta prévia no atacado, rapidamente vão chegar aos preços ao consumidor.

“A chegada da nova safra, a redução no preço do álcool, a redução dos alimentos in natura isso rapidamente se propaga para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) que por enquanto ainda não pegou nada disso. O item transportes do IPC ainda está se acelerando. Mas acho que é só uma questão de tempo para haver essa inversão”, avaliou Quadros.

A primeira prévia do Índice IGP-M de maio, relativa aos dias 21 e 30 de abril, divulgada no início do mês pela Fundação Getúlio Vargas mostrou deflação de 0,19% no período.


Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a resolução do Conselho Nacional de Desestatização que aprova as condições para o processo de concessão de sete trechos de rodovias federais, find com extensão total de 2, order 6 mil quilômetros.

As licitações serão julgadas pelo menor valor de tarifa básica de pedágio, dentre as propostas apresentadas pelas empresas. A resolução define os valores máximos de pedágios, por trecho, que poderão ser cobrados pela empresa vencedora.

Nos valores atuais, a BR-116, no trecho entre Curitiba e Santa Catarina/Rio Grande do Sul, é a que teria a maior tarifa: R$ 4,08. A menor também seria na BR-116, mas no trecho entre São Paulo e Curitiba: R$ 2,608.

Segundo o Ministério dos Transportes, as normas definidas para esse processo de concessão vão garantir uma redução de até 22% no preço das tarifas desses trechos na comparação com os valores cobrados atualmente. Segundo cronograma divulgado pelo Ministério dos Transportes, as regras serão discutidas em audiências públicas entre os dias 25 de maio e 25 de junho. 

Os editais para concessão devem ser publicados até o dia 16 de julho e o leilões estão previstos para 16 de outubro. Poderão participar do processo empresas brasileiras ou estrangeiras, instituições financeiras e fundos de pensão ou de investimentos em participações, isolados ou reunidos em consórcios.O prazo de concessão é de 25 anos, com expectativa de investimento nos primeiros quatro anos de R$ 3,8 bilhões.

O programa de concessão de rodovias federais é uma das ações incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministério tentou a licitação desses sete trechos, mas o processo foi cancelado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por causa de divergências sobre o modelo e os benefícios aos usuários. 

Um grupo de trabalho retomou a discussão, levando em consideração as recomendações do TCU, como a reavaliação dos custos operacionais. As normas publicadas hoje terão de ser submetidas novamente à análise do tribunal, o que deve acontecer entre os dias 25 de maio e 2 de julho.

Os trechos a serem concedidos são: BR-153 entre as divisas de Minas Gerais e São Paulo e São Paulo e Paraná; BR-116 em Curitiba, na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul; BR-393 na divisa entre Minas Gerais e Rio de Janeiro até o entroncamento com a rodovia Presidente Dutra; BR-101 entre a Ponte Rio-Niterói até a divisa com o Espírito Santo; BR-381 entre Belo Horizonte e São Paulo; BR-116 entre São Paulo e Curitiba; e rodovias 376 e 101 entre Curitiba e Florianópolis.


 


 


 



 


A assessoria do ministro de Minas e Energia, what is ed Silas Rondeau, ailment convocou os jornalistas hoje para mostrar que não há provas de que a diretora comercial da construtora Gautama, click Maria de Fátima Palmeira, investigada pela Operação Navalha, da Polícia Federal, teria entregue propina ao ministro. Os assessores e seguranças, que não quiseram gravar entrevistas, distribuíram cópias da agenda do ministro e da relação de visitantes do gabinete.

A Gautama é acusada de integrar um esquema de pagamento de propina a políticos e servidores públicos para obter vantagens em licitações públicas. Os assessores do ministério percorreram os corredores do gabinete com os jornalistas. Entre o elevador privativo e o gabinete do ministro, existe um corredor que dá acesso a sete salas. Uma delas era ocupada exatamente pelo assessor do ministro Ivo Costa, preso pela Polícia Federal e que recebeu Maria de Fátima.

As imagens do circuito interno de TV, divulgadas pela imprensa como parte de um relatório interno da Polícia Federal, mostram a visitante no elevador privativo e no corredor de acesso ao gabinete do ministro. Segundo os documentos apresentados pela assessoria, a visita da diretora da empresa consta na lista de identificação dos visitantes do gabinete às 12h52 do dia 13 de março.

Contudo, a visita teria sido especificamente ao assessor Ivo Costa. Os assessores apresentaram a agenda do ministro para defender que Maria de Fátima Palmeira não teria encontrado Silas Rondeau.

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