Mediante um comunicado de imprensa, no rx assinalo que este sábado foram enviadas ao laboratório do Instituto epidemiológico Malbrán, 25 novas mostras de pacientes que poderiam ter contraído o vírus AH1N1 desde o dia 26 de abril.
O resto dos casos são investigados em laboratórios particulares.
A ministra da Saúde, Graciela Ocaña, informou na quinta-feira a aparição do primeiro caso de gripe suína em um homem que tinha retornado do México em 25 de abril passado, e assegurou que o paciente já está recuperado.
Ocaña ressaltou que, por enquanto, não há uma circulação do vírus no país, que há 12 dias mantém suspensos os voos do México, o que causou a rejeição e críticas das autoridades mexicanas.
Três de cada dez colombianos, venezuelanos e peruanos se sentem ameaçados pela expansão da gripe suína, originada no México, onde só 21% de seus habitantes têm medo de contrair a doença, indicou uma pesquisa divulgada na sexta-feira em Buenos Aires.
O estudo, elaborado pela empresa de consultoria Livra em oito países do continente americano, assinala que 35% dos consultados na Colômbia se sentem ameaçados pelo vírus AH1N1, com o que se transformou no país incluído na mostra com o maior número de pessoas que dizem se sentir em risco.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE
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