A reformulação da Ferrari entra em ação a partir de novembro, quando recomeçam os testes tendo em vista a próxima temporada. Com a saída de Brawn, o francês Jean Todt foi confirmado como seu substituto como novo diretor-executivo e de gestão esportiva da escuderia, substituindo ninguém menos do que Luca di Montezemolo.
“A Ferrari oferece seus mais sinceros votos de agradecimento a Ross Brawn e Paolo Martinelli (responsável pelo motores) por sua imensa contribuição na construção de um dos mais extraordinários capítulos da história da escuderia e do esporte, que nos concedeu 11 títulos mundiais (cinco de pilotos e seis de construtores) e cerca de 90 vitórias na Fórmula 1”, disse a Ferrari em comunicado oficial, no qual desejou a Brawn “o melhor para um futuro bastante satisfatório”.
Na vaga de Todt, o italiano Stefano Domenicali assumirá a posição de diretor esportivo (ou chefe de equipe) de Felipe Massa e Kimi Raikkonen. Ele será auxiliado por Amedeo Felisa, que substitui Renato Pagliaro, outro que saiu. O projetista Rory Byrne, que tinha contrato até 2009, foi mais um que não resistiu e aderiu à debandada.
Com as promoções em seqüência, Mario Almondo assume como diretor técnico. Aldo Costa será o responsável pelos chassis em 2007, enquanto Gilles Simon assume os motores no lugar de Paolo Martinelli, também aposentado.