Menu
Brasil

Após folga, Brasil volta à quadra contra a Holanda

Arquivo Geral

02/11/2006 0h00

Depois de folgar nesta quinta-feira, a seleção feminina do Brasil volta à quadra nesta sexta-feira, às 2h (de Brasília), para tentar sua terceira vitória no Campeonato Mundial de vôlei, disputado no Japão. A adversária da vez é a Holanda, equipe que aparece na terceira colocação do grupo C, com uma vitória e uma derrota.

Para este duelo, o técnico José Roberto Guimarães tem a certeza de que a equipe terá pela frente seu primeiro grande desafio no torneio, já que encontrou extrema facilidade nas vitórias por 3 sets a 0 sobre Porto Rico e Cazaquistão. Contra país de “escola diferente”, desta vez a promessa é de maior equilíbrio.

“O jogo vai ser difícil. A Holanda evoluiu muito, investiu e agora trabalha com uma seleção permanente. A batalha vai ser boa, pois elas têm bom bloqueio e trabalham com bolas altas”, garantiu Zé Roberto, que não escondeu sua satisfação com a evolução da equipe na segunda partida, quando teve grande atuação no saque e no ataque.

Contra o Cazaquistão, o Brasil entrou ligado em quadra e não permitiu que o adversário pegasse ritmo. Mais uma vez o destaque foi a meio-de-rede Fabiana, que ajudou tanto no ataque, com 13 pontos, quanto no bloqueio, com outros três. No entanto, a participação de todas outras jogadoras foi essencial, com destaque para Sheilla e Mari.

As duas estiveram mal no confronto contra Porto Rico, mas se recuperaram e terminaram com boas atuações no segundo jogo. Quem também se saiu bem foi a levantadora reserva Carol Albuquerque, que substituiu a lesionada Fofão com autoridade, garantindo boa distribuição de jogadas para as principais atacantes.

Carol, aliás, deve seguir no time contra a Holanda, já que Fofão ainda não se mostrou totalmente recuperada, apesar de não sentir mais as mesmas dores na panturrilha. Nesta quinta-feira, Zé Roberto comandou um treino leve em Kobe e passou vídeo com jogos das holandesas na competição.

A equipe européia estreou com vitória sobre Camarões por 3 a 0, mas perdeu o segundo jogo para os Estados Unidos por 3 a 2. Justamente pela boa atuação contra as norte-americanas e pelo fato de o Brasil conhecer as próximas adversárias, a esperança também das jogadoras é de duelo mais duro.

“Fizemos amistosos com elas antes do Grand Prix e é um time que está crescendo, que evoluiu muito do ano passado para esse ano. Elas sacam e bloqueiam bem. Nosso saque tem que funcionar de novo. Precisamos entrar forte contra elas, procurando não errar”, disse a oposto Sheilla, garantia de fortes ataques pelo lado brasileiro.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado