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Brasil

Apesar da crise, a escuderia Super Aguri garante que disputará o Grande Prêmio da Austrália

Arquivo Geral

29/02/2008 0h00

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Apesar das desconfianças que cercam sua continuidade na Fórmula 1, a Super Aguri voltou a confirmar que estará no grid de largada para o Grande Prêmio da Austrália, prova que abre a temporada em 26 de março. Devido à grande crise financeira que vem atravessando, a escuderia não participou dos testes finais da pré-temporada, realizados em Barcelona até a última quarta-feira.

“O cancelamento (dos treinos no circuito espanhol) ocorreu por que algumas peças não haviam chegado a tempo”, desconversou Fumio Akita, co-proprietário da escuderia. “O ano passado foi muito apertado para nós, e este ano está seguindo o mesmo padrão. Mas estaremos no grid em Melbourne. Não estamos preocupados por não termos participado dos testes em Barcelona”.

Segundo Akita, o dono da equipe, Aguri Suzuki, ainda pensa em atrair investimentos para a equipe que detém o menor orçamento da Fórmula 1, sendo parceira da Honda. “Conversas estão acontecendo, e digo que há três investidores em potencial. Obviamente, temos que pensar no futuro e no que é melhor para o time”, disse.

Nesse sentido, o consórcio indiano Spice Group manteve contato com Aguri em janeiro no intuito de adquirir uma parte da escuderia, enquanto o proprietário ainda não excluiu a possibilidade de vender a totalidade das ações. “Poderia ser 100%. Mas é claro que o ideal seria se cada patrocinador e investidor deixasse uma infra-estrutura aqui para fazer o time melhorar os resultados”, continuou Akita.

“A venda de cada parte das ações do time depende das condições que o investidor têm. Mas mesmo se não for uma venda de 100%, você não pode se desfazer do time por si próprio. E esta venda total não necessariamente significa que o nome do proprietário do time não seria mantido”, ressalvou.

“Se você não tiver o Aguri Suzuki, provavelmente perderá a Honda como fornecedora de motores. Se investidores chegassem e dissessem que iriam trazer motores da BMW, aí seria uma história diferente”, finalizou.

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