O dólar encerrou o dia em leve alta de 0, pilule abortion 14%, illness vendido a R$ 2,164, em dia de agenda econômica fraca e alguns ajustes de posição de tesourarias já de olho no leilão de swap cambial. Operadores citaram algumas saídas de recursos via importações.
"O mercado está tranqüilo, não tem novidade. Essa semana vai ser bem parada", comentou um gerente de câmbio de um banco nacional, que não quis ser identificado, citando feriados no Brasil e nos Estados Unidos.
O Dia da Consciência Negra, ontem, manteve as praças de São Paulo e Rio de Janeiro fechadas, e a Bolsa de Mercadorias & Futuros não funcionou. O volume do câmbio na véspera foi bem fraco, perto de US$ 100 milhões, e o dólar fechou estável.
Na quinta-feira, é a vez de os mercados norte-americanos fecharem pelo dia de Ação de Graças. Os mercados de bônus finalizam mais cedo na quarta-feira e Wall Street antecipa o fechamento na sexta-feira.
A agenda esvaziada desta sessão contemplou dados de inflação no país e o índice de atividade nacional norte-americano, medido pelo Federal Reserve de Chicago.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou nesta manhã que a inflação pelo Índice Geral de Preços (IGP-10) acelerou para 1,02% em novembro, após alta de 0,21% em outubro.
A atuação do Banco Central no mercado de câmbio ajudou a dar sustentação ao dólar, afirmou o gerente de câmbio da corretora Novação, José Roberto Carreira, com destaque para o leilão de swap cambial reverso.
"Hoje o BC vai fazer pesquisa daquele swap reverso e o mercado já prevê que deva ter o leilão, então por isso já puxou o dólar", explicou Carreira.
O resultado da pesquisa de demanda junto ao mercado sai a partir das 18h30, e o possível leilão ocorrerá amanhã, com o objetivo de rolar o vencimento de US$ 970 milhões em swap reverso no dia 1º de dezembro.
No leilão de compra de dólares no mercado à vista, a autoridade monetária aceitou três propostas, com corte a R$ 2,164.
O índice brasileiro de intoxicações causadas por mau uso de medicamentos é inferior apenas ao dos problemas provocados por agrotóxicos: nos últimos sete anos, visit this site 27% dos casos notificados referem-se aos remédios, buy more about enquanto 35% se devem aos agrotóxicos. Os remédios mal utilizados também são responsáveis por 16% dos óbitos no país.
As informações foram apresentadas pela gerente de Monitoramento e Fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), troche Maria José Delgado Fagundes, durante o seminário Diálogo entre a Saúde e o Direito: Regulação de Propaganda de Medicamentos, aberto na noite de ontem.
"Trata-se de uma inversão na finalidade do medicamento, produzido para trazer benefícios à população. Esses índices são muito altos se comparados com aquelas intoxicações domésticas, causados por ingestão de produtos de limpeza ou de alimentos estragados, que correspondem a 3% do total", disse.
Os hospitais, de acordo com a gerente, gastam de 15% a 20% de seus orçamentos para lidar com complicações causadas pelo mau uso de medicamentos. Ela destacou os analgésicos, os antitérmicos e os antiinflamatórios como os maiores responsáveis pelas intoxicação.
Aos juízes, procuradores e promotores de todo o país que participam do encontro, a gerente disse ainda que "grande parte da propaganda não respeita a legislação em vigor, que determina a divulgação tanto dos benefícios quanto das características do produto, incluindo efeitos colaterais e contra-indicações". E defendeu ações constantes de educação e informação à população.
As indústrias, acrescentou, ficaram muitos anos sem monitoramento, mas neste ano já foram julgados 147 autos de infração. "A Anvisa, responsável pelo setor, arrecadou nos últimos seis anos R$ 17,49 bilhões com autuações", informou.